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Wednesday, February 14, 2024

Do Branco ao Verde: a vegetação da Antártica está aumentando

 



Um estudo revela que a vegetação na Antártida está aumentando e é uma consequência do aquecimento global. Os cientistas falam de um "ponto de viragem" nos ecossistemas e apelam a uma ação climática urgente.

Novas investigações acrescentam provas a um cenário já de si assustador: as alterações climáticas antropogénicas são responsáveis pelos inúmeros impactos, acontecimentos extremos e transformações aceleradas que estão ocorrendo na Terra.

Um estudo da Universidade de Insubria, em Itália, traz novas revelações. Desta vez, sobre o Continente Branco. Segundo a pesquisa, a Antártida tem cada vez mais vegetação, e a causa é, claro, o aumento global das temperaturas.

O estudo examinou a área coberta pelas duas únicas plantas nativas da região - a erva-pilosa-antártica (deschampsia antarctica) e a pêra-da-antártica (colobanthus quitensis) - entre 2009 e 2019, comparando-a com os registos desta vegetação efetuados nos 50 anos anteriores. Além disso, analisaram a evolução das temperaturas e de outros fatores do ecossistema.

A análise revelou que as populações de ambas as plantas dispararam nos últimos 10 anos, e que o aumento registado neste período foi equivalente ao dos 50 anos anteriores.


Os animais pisam a vegetação e inibem a sua proliferação.

Ambas as espécies registam um aumento significativo da densidade, em especial na ilha de Signy, uma pequena ilha ao largo das Órcadas do Sul, que é, também um importante local de nidificação para várias espécies de aves marinhas.

A taxa de crescimento das plantas, dizem eles, está correlacionada com o aumento constante das temperaturas que têm sido registadas na Antártida desde 2012. Mas outro fator ligado ao impacto no ecossistema também desempenha um papel importante no avanço do verde.

Menos animais, mais verde

De acordo com a análise, um fator que favorece a proliferação do verde é a diminuição do número de focas e leões-marinhos que nidificam na ilha e que, historicamente, limitavam o crescimento das plantas, pisando-as.

Presumimos que a surpreendente expansão das plantas se deve principalmente ao aquecimento do ar no verão e à libertação da limitação da perturbação pelos leões-marinhos, diz o estudo.

O aumento da vida vegetal na ilha Signy pode ser um precursor de transformações mais amplas na Antártica. Os autores do estudo alertam para o facto de podermos estar perante um "ponto de viragem", uma mudança radical no ecossistema antártico.


A erva-pilosa-antártica e a pêra-da-antártica são duas espécies nativas da região.

Os peritos afirmam que esta tendência irá intensificar-se. De acordo com alguns cenários, as temperaturas poderão aumentar entre 5°C e 6°C até ao final deste século, provocando mudanças devastadoras no continente.

"O que foi observado naquela ilha antártica pode ser um prelúdio do que acabará por acontecer em grande parte deste continente nos próximos anos, devido ao aquecimento global", afirmou Peter Convey, autor do estudo.

"Prevê-se que a forte tendência de aquecimento seja retomada com a expansão das zonas sem gelo e com a continuação dos impactos nas componentes abióticas e bióticas dos ecossistemas terrestres, incluindo o afluxo de espécies não nativas", afirma o documento.

Esta rápida mudança na vegetação antártica recorda-nos a urgência de enfrentar a crise climática e destaca a vulnerabilidade de um dos ecossistemas mais remotos da Terra face às ações humanas.

"Esta é a primeira evidência na Antártica de respostas aceleradas dos ecossistemas ao aquecimento climático, confirmando observações semelhantes no Hemisfério Norte. As nossas descobertas apoiam a hipótese de que o aquecimento futuro irá desencadear mudanças significativas nestes frágeis ecossistemas antárticos", diz o estudo.

Wednesday, June 15, 2022

Methane leak at Russian mine could be largest ever discovered

About 90 tonnes of methane an hour were released from the Raspadskaya coalmine in January, data shows


Blast at the Raspadskaya cola mine, Russia. Photograph: Bloomberg/Getty Images Theguardian.com
 






Possibly the world’s biggest leak of methane has been discovered coming from a coalmine in Russia, which has been pouring out the carbon dioxide equivalent of five coal-fired power stations.

About 90 tonnes an hour of methane were being released from the mine in January, when the gas was first traced to its source, according to data from GHGSat, a commercial satellite monitoring company based in Canada. Sustained over the course of a year, this would produce enough natural gas to power 2.4m homes.

More recently, the mine appears to be leaking at a lower rate, of about a third of the highest rate recorded in January, but the leak is thought to have been active for at least six months before January’s survey.


The leak, which comes from the Raspadskaya mine in Kemerovo Oblast, the largest coalmine in Russia, is about 50% bigger than any other leak seen by GHGSat since it started its global satellite monitoring in 2016. The company believes it is bigger than any leak yet traced to a single source.

Brody Wight, director of energy, landfill and mines at GHGSat, said that methane was an often overlooked side-effect of coalmining that added to the climate impact of burning coal. The Raspadskaya leak would add about 25% to the greenhouse gas emissions of burning any coal produced from the mine, he estimated.

“We are seeing an increase in methane from this site generally, which could be the result of increased coal production, linked to global trends in coal use,” he said.

Russia is one of the world’s biggest sources of methane from fossil fuel extraction. The country’s gas infrastructure, including production facilities and pipelines, is notoriously leaky despite calls for the government to take action.

Paul Bledsoe, a former White House adviser to Bill Clinton and now with the Progressive Policy Institute in Washington DC, said: “Deeply cutting methane is the only sure way to limit near-term temperatures and prevent runaway climate change, yet every month brings new evidence that Russia is hiding the world’s most massive and destructive methane leaks. Putin is desperately hiding these enormous emissions so he can continue to profit from sales of Russian coal, oil and gas and fund his war-making regime. But those nations like China who continue to buy Putin’s oil and gas are equally abetting his climate and war criminality.”

All underground coalmines produce methane, which can cause explosions if it builds up. A blast at the Raspadskaya mine in 2010 killed 66 people.


Venting methane can be done for safety reasons. However, there are ways of capturing methane when it is produced at a high rate, or venting through oxidisation, so that it causes less harm to the climate.

Methane is about 80 times more powerful as a greenhouse gas than carbon dioxide, though it degrades in the atmosphere over about 20 years. In February, the International Energy Agency warned that most countries were under-reporting their methane emissions, and the true amounts pouring into the atmosphere were far greater than had been thought.

Recent studies have shown that cutting methane could be one of the fastest ways of holding down global temperature rises, and that sharp cuts now could prevent a rise of about 0.25C by 2050.

Durwood Zaelke, the president of the Washington-based Institute for Governance, said the Raspadskaya leak showed the urgent need for action. “It’s critical to set up a comprehensive satellite monitoring system for methane. We also need to deploy a system of incentives and sanctions that can remedy these emissions, focusing first on the super emitters,” he said.

The IEA also found that at current high gas prices, the cost of capturing methane was far less than the value of using it or selling it as a fuel source, which should give companies and governments an incentive to capture the gas rather than venting or flaring.


At the Cop26 UN climate summit in Glasgow last November, more than 100 countries agreed to reduce their methane emissions by at least 30% by 2030. Russia was not among them, however.

GHGSat said it measured 13 distinct methane plumes, ranging in size from 658 to 17,994 kg an hour, from the mine. The discovery was made on 22 January, but the company took time to verify its findings and contact the operator of the mine, which has not responded.




Tuesday, May 10, 2022

ONU: mundo tem 50% de chance de aquecer 1,5° C até 2026


 

De 2017 a 2021, a probabilidade era de 10%, mas passou "para quase 50% no período 2022-2026", indicou a Organização Meteorológica Mundial, da ONU

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou nesta terça-feira (10) que existe uma probabilidade de quase 50% de o planeta ficar 1,5°C mais quente nos próximos cinco anos. De 2017 a 2021, a probabilidade era de 10%, mas passou "para quase 50% no período 2022-2026", indicou a OMM.

De acordo com o novo boletim sobre o clima divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) das Nações Unidas, as chances de ultrapassar +1,5° C aumentam desde 2015, quando esse risco era praticamente nulo.

O relatório também apontou que existe 90% de chance dos anos entre 2022 e 2026 serem mais quentes, na comparação com os últimos cinco. 

 

Sunday, October 3, 2021

Mudança Climática - Por que preço global de alimentos hoje é um dos mais altos da História moderna. By BBC



Os preços dos alimentos no mundo dispararam quase 33% em setembro de 2021 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O dado é do índice de preços de alimentos mensal da Agência das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, a FAO, que também identificou que os preços globais subiram mais de 3% desde julho, alcançando níveis que não eram vistos desde 2011.

O índice de preços dos alimentos é programado para registrar o resultado das alterações combinadas de preço numa gama de produtos alimentícios, entre eles azeites vegetais, cereais, carne e açúcar - e compará-los mês a mês.

Ele converte os preços praticados atualmente em um índice, que os compara aos níveis de preços médios entre 2002 e 2004. Esta é a fonte padrão para rastrear os preços dos alimentos, conhecidos como preços nominais (que não são ajustados pela inflação).

Embora os preços nominais nos digam o custo monetário da compra de alimentos no mercado, os preços ajustados pela inflação(o que os economistas chamam de preços "reais") são muito mais relevantes para a segurança alimentar: demonstram a facilidade com que as pessoas podem ter acesso à sua própria nutrição.

Os preços de todos os produtos e serviços tendem a aumentar mais rapidamente do que a renda média (embora nem sempre). A inflação significa que os consumidores não só têm que pagar mais por unidade de alimento (devido ao aumento do preço nominal), mas também têm proporcionalmente menos dinheiro para gastar com isso, devido ao aumento paralelo dos preços de tudo o mais, exceto de seus salários e outros proventos. .

Em agosto passado, analisei o Índice de Preços de Alimentos da FAO ajustado pela inflação e descobri que os preços globais reais dos alimentos estavam mais altos do que em 2011, quando os distúrbios alimentares contribuíram para a derrubada de governos na Líbia e no Egito.

Com base nos preços reais, atualmente é mais difícil comprar alimentos no mercado internacional do que em quase qualquer outro ano desde que a ONU começou a registrar esses dados, em 1961. As únicas exceções são 1974 e 1975- aumentos que ocorreram após um pico no preço do petróleo em 1973, que gerou inflação acelerada em vários setores da economia global, incluindo produção e distribuição de alimentos.

Então, o que está levando os preços dos alimentos a altas recordes agora?

Preço dos combustíveis, clima e covid-19

Os impulsionadores dos preços médios internacionais dos alimentos são sempre complicados. Os preços dos diferentes produtos sobem e descem com base em fatores universais, bem como com base em fatores que são específicos de cada produto e região.

Por exemplo, a alta do preço do petróleo iniciada em 2020 afetou os preços de todos os produtos alimentícios do índice da FAO, ao elevar os custos de produção e transporte de alimentos.

A escassez de mão-de-obra como resultado da pandemia de covid-19 reduziu a disponibilidade de trabalhadores para cultivar, colher, processar e distribuir alimentos- outra razão universal para o aumento dos preços das commodities.

Mas o preço médio real dos alimentos vem subindo desde 2000, revertendo a tendência de queda anterior, iniciada na década de 1960.

Apesar dos esforços globais - que, em parte, responderam às metas estabelecidas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e subsequentes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para reduzir a fome - os preços têm consistentemente tornado os alimentos menos acessíveis.




Cultivos cruciais

Nenhum produto tem sido consistentemente responsável pelo aumento do preço real médio desde 2000. Mas o índice de preços dos óleos comestíveis aumentou significativamente desde março de 2020, impulsionado principalmente pelos preços dos óleos vegetais, que dispararam 16,9% entre 2019 e 2020. De acordo com os relatórios da FAO, isso foi devido ao aumento da demanda por biodiesel e padrões climáticos que não contribuíram para a produção rural.

A outra categoria de alimentos com maior efeito no aumento dos preços é o açúcar. Aqui, novamente, o clima desfavorável, incluindo danos causados ​​pela geada no Brasil, reduziu a oferta e inflou os preços.

Os grãos contribuíram menos para o aumento geral dos preços, mas sua disponibilidade em todo o mundo é particularmente importante para a segurança alimentar. Trigo, cevada, milho, sorgo e arroz são responsáveis ​​por pelo menos 50% da nutrição global e até 80% nos países mais pobres.

O estoque global armazenado dessas safras tem diminuído desde 2017, já que a demanda superou a oferta. A queda nos estoques ajudou a estabilizar os mercados globais, mas os preços subiram acentuadamente desde 2019.

Novamente, as razões por trás das flutuações de cada alimento são complicadas. Mas uma coisa que merece atenção é o número de vezes, desde 2000, que clima "imprevisível" e "desfavorável" tem sido relatado pela FAO como causa de "expectativas de safra reduzidas", "safras afetadas pelo clima" e "declínio da produção".

Medidas urgentes

Os europeus podem só se preocupar com o preço do macarrão quando as secas no Canadá reduzirem a safra de trigo. Mas, à medida que o índice de preço real dos grãos se aproxima dos níveis que transformaram protestos pelo preço do pão em grandes revoltas em 2011, há uma necessidade urgente de considerar como as comunidades em regiões menos ricas podem lidar com essas tensões e evitar distúrbios.

Nossa capacidade tecnológica e organização socioeconômica não conseguem lidar com condições climáticas imprevisíveis e desfavoráveis. Este seria um bom momento para imaginar o abastecimento de alimentos em um mundo mais quente em mais de 2° C, um resultado que hoje é considerado cada vez mais provável de acordo com o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas.

Sem mudanças radicais, a deterioração do clima continuará a reduzir o acesso internacional aos alimentos importados, muito além de qualquer precedente histórico.

Preços mais altos reduzirão a segurança alimentar e, se há alguma certeza sólida nas ciências sociais, é que pessoas que passam fome são capazes de adotar medidas radicais para garantir seu sustento.

* Alastair Smith é professor de Desenvolvimento Global Sustentável na University of Warwick, Reino Unido. Seu artigo original foi publicado na The Conversation, cuja versão em inglês no link acima.

Thursday, May 19, 2016

Reúso de água da chuva nas edificações passa a ser obrigatória em Florianópolis SC Brazil




Todas as edificações comerciais e residenciais com área acima de 200m² construídas em Florianópolis, capital de Santa Catarina, deverão ter captação de água das chuvas para reúso. A determinação consta do projeto de lei nº 1.231/2013, de autoria do vereador Pedro de Assis Silvestre (PP), aprovado pela Câmara Municipal de Florianópolis no dia 1º de fevereiro.
De acordo com o projeto, o sistema de captação e reúso de águas pluviais deve ser submetido a tratamento sanitário e a finalidade é para atividades que não exijam que a água seja potável, como para regar jardins ou para os vasos sanitários. As motivações para o texto, segundo o vereador Pedrão, é a grande quantidade de chuva na capital catarinense. “É necessário estimular as pessoas para que tenham atitudes mais conscientes. Além de ser ecologicamente correto, este sistema de captação é viável financeiramente, pois custa em torno de 1% do valor total da obra”, disse.
O texto da proposta também destaca que a elaboração e execução de leis neste sentido são fundamentais, principalmente, pelo fato de 80% da população brasileira viver em áreas urbanas, tornando assim urgente a implementação de condicionantes na esfera da construção civil favoráveis a um ambiente urbano mais harmonizado com as necessidades humanas, incluindo uma maior integração entre o meio ambiente e a qualidade de vida.
O Sistema Integrado Ecoesgoto é o sistema da Ecotelhado que faz o reuso de água, ele é uma nova geração de tratamento de efluentes, agregado a um design ecológico. É inovador porque une tecnologia e inclusão biológica no mesmo sistema, para que todo o processo de tratamento seja mais eficaz.
Vermifiltro: todo o efluente doméstico é direcionado para o Vermifiltro, onde a parte sólida será filtrada e digerida pelas minhocas, transformando-a em húmus que servirá de nutriente para as plantas.
Torre Verde: o efluente líquido que sai do Vermifiltro é encaminhado para a Torre Verde, que é cercada de vegetação por todos os lados, onde a água percola e é oxigenada antes de chegar no Ecotelhado/Wetland.
Ecotelhado / Wetland: a água chega no Wetland com 90% de limpeza. Nesta etapa, ocorre o tratamento por zona de raízes em toda extensão da laje, onde as bactérias alocadas nas raízes das macrófitas fazem o tratamento junto a fotossíntese das plantas.
Cisterna subterrânea: a água que excede o Ecotelhado depois do tratamento pode ser direcionada para um reservatório e ser utilizada para irrigação de vegetações (exceto hortaliças). Reutilização nos vasos sanitários. Obs: O Vermifiltro deverá ter um ladrão ligado a rede pública ou a um sumidouro para eventuais manutenções.
Alguns dos benefícios desse sistema são: Mimetização da ETE no paisagismo, mais economia, maior eficiência no tratamento, não causa odor, traz menor consumo de energia para atingir mesmos padrões de qualidade, melhor custo benefício, menor custo inicial de instalação quando a comparada à outras soluções, menor custo de manutenção anual, dispensa o uso de produtos químicos, sem necessidade de retirada de lodo.
SantaCatarina Municip Florianopolis.svg
Coordinates: 27°50′S 48°25′W

Friday, January 24, 2014

Industry Awakens to Threat of Climate Change



By NYtimes.com

WASHINGTON — Coca-Cola has always been more focused on its economic bottom line than on global warming, but when the company lost a lucrative operating license in India because of a serious water shortage there in 2004, things began to change.

Today, after a decade of increasing damage to Coke’s balance sheet as global droughts dried up the water needed to produce its soda, the company has embraced the idea of climate change as an economically disruptive force.


“Increased droughts, more unpredictable variability, 100-year floods every two years,” said Jeffrey Seabright, Coke’s vice president for environment and water resources, listing the problems that he said were also disrupting the company’s supply of sugar cane and sugar beets, as well as citrus for its fruit juices. “When we look at our most essential ingredients, we see those events as threats.”


Coke reflects a growing view among American business leaders and mainstream economists who see global warming as a force that contributes to lower gross domestic products, higher food and commodity costs, broken supply chains and increased financial risk. Their position is at striking odds with the longstanding argument, advanced by the coal industry and others, that policies to curb carbon emissions are more economically harmful than the impact of climate change.




“The bottom line is that the policies will increase the cost of carbon and electricity,” said Roger Bezdek, an economist who produced a report for the coal lobby that was released this week. “Even the most conservative estimates peg the social benefit of carbon-based fuels as 50 times greater than its supposed social cost.”
Some tycoons are no longer listening.
At the Swiss resort of Davos, corporate leaders and politicians gathered for the annual four-day World Economic Forum will devote all of Friday to panels and talks on the threat of climate change. The emphasis will be less about saving polar bears and more about promoting economic self-interest.
In Philadelphia this month, the American Economic Association inaugurated its new president, William D. Nordhaus, a Yale economist and one of the world’s foremost experts on the economics of climate change.
“There is clearly a growing recognition of this in the broader academic economic community,” said Mr. Nordhaus, who has spent decades researching the economic impacts of both climate change and of policies intended to mitigate climate change.
In Washington, the World Bank president, Jim Yong Kim, has put climate change at the center of the bank’s mission, citing global warming as the chief contributor to rising global poverty rates and falling G.D.P.’s in developing nations. In Europe, the Organization for Economic Cooperation and Development, the Paris-based club of 34 industrialized nations, has begun to warn of the steep costs of increased carbon pollution.
Nike, which has more than 700 factories in 49 countries, many in Southeast Asia, is also speaking out because of extreme weather that is disrupting its supply chain. In 2008, floods temporarily shut down four Nike factories in Thailand, and the company remains concerned about rising droughts in regions that produce cotton, which the company uses in its athletic clothes.
“That puts less cotton on the market, the price goes up, and you have market volatility,” said Hannah Jones, the company’s vice president for sustainability and innovation. Nike has already reported the impact of climate change on water supplies on its financial risk disclosure forms to the Securities and Exchange Commission.
Both Nike and Coke are responding internally: Coke uses water-conservation technologies and Nike is using more synthetic material that is less dependent on weather conditions. At Davos and in global capitals, the companies are also lobbying governments to enact environmentally friendly policies.
But the ideas are a tough sell in countries like China and India, where cheap coal-powered energy is lifting the economies and helping to raise millions of people out of poverty. Even in Europe, officials have begun to balk at the cost of environmental policies: On Wednesday, the European Union scaled back its climate change and renewable energy commitments, as high energy costs, declining industrial competitiveness and a recognition that the economy is unlikely to rebound soon caused European policy makers to question the short-term economic trade-offs of climate policy.

What this article just reconfirms, is that corporate greed, and not peoples lives, is the ruling factor in mitigating , or not, the effects...

In the United States, the rich can afford to weigh in. The California hedge-fund billionaire Thomas F. Steyer, who has used millions from his own fortune to support political candidates who favor climate policy, is working with Michael R. Bloomberg, the former New York mayor, and Henry M. Paulson Jr., a former Treasury secretary in the George W. Bush administration, to commission an economic study on the financial risks associated with climate change. The study, titled “Risky Business,” aims to assess the potential impacts of climate change by region and by sector across the American economy.
“This study is about one thing, the economics,” Mr. Paulson said in an interview, adding that “business leaders are not adequately focused on the economic impact of climate change.”
Also consulting on the “Risky Business” report is Robert E. Rubin, a former Treasury secretary in the Clinton administration. “There are a lot of really significant, monumental issues facing the global economy, but this supersedes all else,” Mr. Rubin said in an interview. “To make meaningful headway in the economics community and the business community, you’ve got to make it concrete.”
Last fall, the governments of seven countries — Colombia, Ethiopia, Indonesia, South Korea, Norway, Sweden and Britain — created the Global Commission on the Economy and Climate and jointly began another study on how governments and businesses can address climate risks to better achieve economic growth. That study and the one commissioned by Mr. Steyer and others are being published this fall, just before a major United Nations meeting on climate change.
Although many Republicans oppose the idea of a price or tax on carbon pollution, some conservative economists endorse the idea. Among them are Arthur B. Laffer, senior economic adviser to President Ronald Reagan; the Harvard economist N. Gregory Mankiw, who was economic adviser to Mitt Romney’s presidential campaign; and Douglas Holtz-Eakin, the head of the American Action Forum, a conservative think tank, and an economic adviser to the 2008 presidential campaign of Senator John McCain, the Arizona Republican.
“There’s no question that if we get substantial changes in atmospheric temperatures, as all the evidence suggests, that it’s going to contribute to sea-level rise,” Mr. Holtz-Eakin said. “There will be agriculture and economic effects — it’s inescapable.” He added, “I’d be shocked if people supported anything other than a carbon tax — that’s how economists think about it.”

Friday, December 13, 2013

Nevasca rara cobre Jerusalém

 

 
 

Neve cobriu o Domo da Rocha e a mesquita de Al-Aqsa. Foto: Dusan Vranic/AP
JERUSALÉM - Uma nevasca de rara intensidade cobriu de branco Jerusalém e parte da Cisjordânia ocupada, nesta sexta-feira, congestionando a cidade e deixando centenas de veículos presos em vias intransitáveis.

As autoridades israelenses disseram que 50 centímetros de neve caíram desde quinta-feira, e a meteorologia prevê que a neve deverá continuar se acumulando ao longo do dia.

"Em meus 54 anos, não me lembro de uma visão assim, tanta quantidade eu não consigo lembrar", disse Nir Barkat, prefeito de Jerusalém.

A população foi orientada a não sair de casa, mas a reunião do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, está mantida na sexta-feira.

A Rádio Israel disse que todas as rodovias que dão acesso à cidade estão interditadas, e que 500 pessoas retiradas de veículos presos na neve estão abrigadas em um centro de convenções. A queda de árvores deixou milhares de pessoas sem luz, segundo a rádio. / REUTERS

Drone footage shows severe drought hitting river in Brazil – video

  Drone footage from 17 September shows the Araguaia River drying up, as severe drought grips parts of Brazil. The country is preparing for ...