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Embalagem com tampa de polietileno feita a partir de cana-de-açúcar Já Paulo Nigro, presidente da Tetra Pak Brasil, enfatiza que a embalagem de polietileno de cana é apenas o primeiro passo para a criação de outra versão, que será 100% sustentável. "Com a inovação, a Tetra Pak reforça o compromisso com seus clientes e a sociedade em trabalhar por um planeta mais saudável e sustentável," explica. Quanto à parceria, o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, diz que o acordo fortalece o compromisso social. “Participar dessa iniciativa ao lado de empresas que são líderes globais em seus setores de atuação é muito importante e reforça o compromisso com a promoção da sustentabilidade,” concluiu. |
Greenhouse Effect - Climate Change - 氣候變化 - 温室効果 - Mudanças Climáticas
Tuesday, August 9, 2011
Chegada de bioplásticos a Tetra Pak e Nestlé reforça importante tendência de uso da cana-de-açúcar
Chegada de bioplásticos a Tetra Pak e Nestlé reforça importante tendência de uso da cana-de-açúcar

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Embalagem com tampa de polietileno feita a partir de cana-de-açúcar Já Paulo Nigro, presidente da Tetra Pak Brasil, enfatiza que a embalagem de polietileno de cana é apenas o primeiro passo para a criação de outra versão, que será 100% sustentável. "Com a inovação, a Tetra Pak reforça o compromisso com seus clientes e a sociedade em trabalhar por um planeta mais saudável e sustentável," explica. Quanto à parceria, o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, diz que o acordo fortalece o compromisso social. “Participar dessa iniciativa ao lado de empresas que são líderes globais em seus setores de atuação é muito importante e reforça o compromisso com a promoção da sustentabilidade,” concluiu. |
Dow-Mitsui Brazilian bioplastics project reveals new investment path for sugarcane
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Dow-Mitsui Brazilian bioplastics project reveals new investment path for sugarcane
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Tuesday, October 6, 2009
UNICA: opção da Johnson&Johnson por Resina Verde da Braskem deve servir de exemplo 06/10/2009
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“A empresa possui diversas outras atividades ligadas à responsabilidade ambiental como tratamento de efluentes, controle de resíduos sólidos, etc. No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da Resina Verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo", diz Marcelo Scatolini, gerente de grupo de Suncare da Johnson & Johnson. As primeiras embalagens com o novo material chegam para o verão 2011/2012. Inicialmente, a Linha Regular de Protetores e Bloqueadores e a linha de bronzeadores Sundown® Gold serão as primeiras a serem produzidas com a embalagem de matéria-prima renovável, mas todo o portfólio deve passar a ser feito com a Resina Verde. "A Johnson & Johnson terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo. A Resina Verde veio ampliar a relação de Sundown® com o Sol. Além do produto, agora a embalagem também terá essa relação, já que este material só existe porque o sol dá a energia necessária para o desenvolvimento da cana-de-açúcar", afirma Rui Chammas, diretor do negócio polietileno da Braskem. O Eteno Verde é produzido a partir da desidratação do etanol da cana-de-açúcar (o mesmo que hoje é utilizado como combustível nos carros flex) e depois polimerizado em polietileno verde, em unidades industriais que serão dedicadas exclusivamente ao produto. Este plástico pode ser utilizado em todas as aplicações onde hoje se utiliza a versão petroquímica, sem qualquer adaptação em máquinas ou processos produtivos. |
UNICA: opção da Johnson&Johnson por Resina Verde da Braskem deve servir de exemplo 06/10/2009
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“A empresa possui diversas outras atividades ligadas à responsabilidade ambiental como tratamento de efluentes, controle de resíduos sólidos, etc. No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da Resina Verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo", diz Marcelo Scatolini, gerente de grupo de Suncare da Johnson & Johnson. As primeiras embalagens com o novo material chegam para o verão 2011/2012. Inicialmente, a Linha Regular de Protetores e Bloqueadores e a linha de bronzeadores Sundown® Gold serão as primeiras a serem produzidas com a embalagem de matéria-prima renovável, mas todo o portfólio deve passar a ser feito com a Resina Verde. "A Johnson & Johnson terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo. A Resina Verde veio ampliar a relação de Sundown® com o Sol. Além do produto, agora a embalagem também terá essa relação, já que este material só existe porque o sol dá a energia necessária para o desenvolvimento da cana-de-açúcar", afirma Rui Chammas, diretor do negócio polietileno da Braskem. O Eteno Verde é produzido a partir da desidratação do etanol da cana-de-açúcar (o mesmo que hoje é utilizado como combustível nos carros flex) e depois polimerizado em polietileno verde, em unidades industriais que serão dedicadas exclusivamente ao produto. Este plástico pode ser utilizado em todas as aplicações onde hoje se utiliza a versão petroquímica, sem qualquer adaptação em máquinas ou processos produtivos. |
Wednesday, June 3, 2009
Setor químico aposta cada vez mais na produção de plástico de etanol
Cada vez mais empresas multinacionais apostam na produção sustentável do polietileno, o plástico mais consumido do mundo. A indústria química vem gradativamente substituindo a matéria-prima fóssil empregada na produção, por fontes renováveis, como é o caso do etanol de cana-de-açúcar. O tema foi abordado nesta terça-feira (02/06/2009), no segundo dia Ethanol Summit 2009, durante a realização do painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira do Etanol”, que reuniu o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e os diretores das empresas DOW Rohm and Hass e PHB industrial, Diego Donoso e Sylvio Ortega Filho, respectivamente. “Para cada quilo de plástico renovável que produzimos, evitamos a emissão de 2,5 quilos de CO2 na atmosfera, considerando toda a cadeia de produção, desde a plantação da cana até a fabricação do polietileno verde.”, destaca o CEO da Braskem. Além disso, segundo Gradin, outra grande vantagem é a de que o produto pode ser reciclado. Segundo o executivo da empresa, o plástico renovável está despertando interesse de corporações globais em áreas como as de alimentos, cosméticos, higiene e limpeza. Gradin revelou que a meta da Brasken para 2010 é produzir 200 mil toneladas de plástico “verde” por ano, o que exigirá a utilização de 450 milhões de litros de etanol. De acordo com Diego Donoso, da DOW Rohm and Hass, além de ser 100% reciclável, o plástico feito de etanol também pode ser convertido em diesel. “Existe um imenso potencial energético nos lixões das grandes cidades”, observa. Mesmo sendo líder mundial na produção de polietileno verde, a DOW Rohm and Hass quer inovar ainda mais. “Estamos investindo para na fabricação de plásticos “verdes” mais flexíveis, produzindo embalagens maleáveis, como por exemplo, pacotes de fraldas e xampus.”, observa. A evolução tecnológica também vem possibilitando transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico que além de reciclável também é biodegradável. É o que já vem fazendo a PHB Industrial, empresa especializada na produção e transformação de biomassa em produtos para a indústria química. Ligada à usina da Pedra, associada da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), a PHB mantém uma unidade sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo, onde são produzidas 50 toneladas de PHB por ano. “Este número deverá crescer para 36 mil toneladas/ano até 2011” ressalta o diretor da empresa, Sylvio Ortega.
Setor químico aposta cada vez mais na produção de plástico de etanol

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Cada vez mais empresas multinacionais apostam na produção sustentável do polietileno, o plástico mais consumido do mundo. A indústria química vem gradativamente substituindo a matéria-prima fóssil empregada na produção, por fontes renováveis, como é o caso do etanol de cana-de-açúcar. O tema foi abordado nesta terça-feira (02/06/2009), no segundo dia Ethanol Summit 2009, durante a realização do painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira do Etanol”, que reuniu o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e os diretores das empresas DOW Rohm and Hass e PHB industrial, Diego Donoso e Sylvio Ortega Filho, respectivamente. “Para cada quilo de plástico renovável que produzimos, evitamos a emissão de 2,5 quilos de CO2 na atmosfera, considerando toda a cadeia de produção, desde a plantação da cana até a fabricação do polietileno verde.”, destaca o CEO da Braskem. Além disso, segundo Gradin, outra grande vantagem é a de que o produto pode ser reciclado. Segundo o executivo da empresa, o plástico renovável está despertando interesse de corporações globais em áreas como as de alimentos, cosméticos, higiene e limpeza. Gradin revelou que a meta da Brasken para 2010 é produzir 200 mil toneladas de plástico “verde” por ano, o que exigirá a utilização de 450 milhões de litros de etanol. De acordo com Diego Donoso, da DOW Rohm and Hass, além de ser 100% reciclável, o plástico feito de etanol também pode ser convertido em diesel. “Existe um imenso potencial energético nos lixões das grandes cidades”, observa. Mesmo sendo líder mundial na produção de polietileno verde, a DOW Rohm and Hass quer inovar ainda mais. “Estamos investindo para na fabricação de plásticos “verdes” mais flexíveis, produzindo embalagens maleáveis, como por exemplo, pacotes de fraldas e xampus.”, observa. A evolução tecnológica também vem possibilitando transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico que além de reciclável também é biodegradável. É o que já vem fazendo a PHB Industrial, empresa especializada na produção e transformação de biomassa em produtos para a indústria química. Ligada à usina da Pedra, associada da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), a PHB mantém uma unidade sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo, onde são produzidas 50 toneladas de PHB por ano. “Este número deverá crescer para 36 mil toneladas/ano até 2011” ressalta o diretor da empresa, Sylvio Ortega.
Friday, May 29, 2009
Coca-Cola "Coke" lança garrafa ecologicamente correta feita de etanol de cana-de-açúcar
A Coca-Cola Company anunciou na quinta-feira (14/05/09) o lançamento de uma nova garrafa plástica parcialmente feita de etanol de cana-de-açúcar, totalmente reciclável, com menor dependência de fontes não renováveis, e que reduz as emissões de carbono em comparação às garrafas plásticas tradicionais.
As garrafas da Coca-Cola são feitas de uma mistura de materiais com base em petróleo e 30% de materiais derivados de etanol. A Coca-Cola está pesquisando o uso de outras plantas para futuras gerações da garrafa ambientalmente correta.
“A iniciativa da Coca-Cola em utilizar, num primeiro momento, uma parcela de polietileno derivado de etanol na produção de garrafas PET e em considerar para o futuro garrafas 100% derivadas desta matéria-prima é uma medida concreta para a mitigação de gases de efeito estufa e uso de matérias-primas renováveis e recicláveis”, afirmou o consultor de emissões e tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc.
A maior fabricante de bebidas do mundo, com matriz em Atlanta (EUA), afirmou que vai começar a utilizar as chamadas, “Garrafas Verdes” (PlantBottle), em sua marca de aguá, Dasani, e, ainda este ano, em outras marcas de bebidas gaseificadas do mercado norte americano.
“A ‘Garrafa Verde’ é um significante avanço na inovação de embalagens sustentáveis,” afirmou o presidente da Coca-Cola Company, Muhtar Kent. "Isso soma ao nosso legado ambiental e estabelece um caminho para concretizarmos nossa visão de introduzir garrafas produzidas de materiais que são 100% recicláveis e renováveis.”
A produção da nova garrafa de plástico é ambientalmente mais eficiente. Uma análise de ciclo de vida, conduzida pela Universidade de Londres (Imperial College London) mostra que a “Garrafa Verde” reduz em até 25% as emissões de carbono se comparadas com uma garrafa PET tradicional, de petróleo.
Outra vantagem é que, diferente de outras garrafas plásticas produzidas a partir de biomassa, a “Garrafa Verde” pode ser industrializada nos processos de produção e reciclagem convencionais. Sua matéria-prima pode ser usada, reciclado e reutilizado por muitas vezes.
“A ‘Garrafa Verde’ representa o próximo passo rumo à garrafa do futuro,” conclui o diretor de embalagens sustentáveis da Coca-Cola Company, Scott Vitters
Coca-Cola "Coke" lança garrafa ecologicamente correta feita de etanol de cana-de-açúcar

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A Coca-Cola Company anunciou na quinta-feira (14/05/09) o lançamento de uma nova garrafa plástica parcialmente feita de etanol de cana-de-açúcar, totalmente reciclável, com menor dependência de fontes não renováveis, e que reduz as emissões de carbono em comparação às garrafas plásticas tradicionais.
As garrafas da Coca-Cola são feitas de uma mistura de materiais com base em petróleo e 30% de materiais derivados de etanol. A Coca-Cola está pesquisando o uso de outras plantas para futuras gerações da garrafa ambientalmente correta.
“A iniciativa da Coca-Cola em utilizar, num primeiro momento, uma parcela de polietileno derivado de etanol na produção de garrafas PET e em considerar para o futuro garrafas 100% derivadas desta matéria-prima é uma medida concreta para a mitigação de gases de efeito estufa e uso de matérias-primas renováveis e recicláveis”, afirmou o consultor de emissões e tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc.
A maior fabricante de bebidas do mundo, com matriz em Atlanta (EUA), afirmou que vai começar a utilizar as chamadas, “Garrafas Verdes” (PlantBottle), em sua marca de aguá, Dasani, e, ainda este ano, em outras marcas de bebidas gaseificadas do mercado norte americano.
“A ‘Garrafa Verde’ é um significante avanço na inovação de embalagens sustentáveis,” afirmou o presidente da Coca-Cola Company, Muhtar Kent. "Isso soma ao nosso legado ambiental e estabelece um caminho para concretizarmos nossa visão de introduzir garrafas produzidas de materiais que são 100% recicláveis e renováveis.”
A produção da nova garrafa de plástico é ambientalmente mais eficiente. Uma análise de ciclo de vida, conduzida pela Universidade de Londres (Imperial College London) mostra que a “Garrafa Verde” reduz em até 25% as emissões de carbono se comparadas com uma garrafa PET tradicional, de petróleo.
Outra vantagem é que, diferente de outras garrafas plásticas produzidas a partir de biomassa, a “Garrafa Verde” pode ser industrializada nos processos de produção e reciclagem convencionais. Sua matéria-prima pode ser usada, reciclado e reutilizado por muitas vezes.
“A ‘Garrafa Verde’ representa o próximo passo rumo à garrafa do futuro,” conclui o diretor de embalagens sustentáveis da Coca-Cola Company, Scott Vitters
Saturday, May 23, 2009
Usina aumentará capacidade produtiva de PHB
Transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico biodegradável, por meio de um conceito renovável e sustentável, é a proposta da PHB Industrial, sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo. O processo vem sendo executado numa planta piloto na Usina da Pedra desde 2000, mas agora há planos para alçar vôos maiores.
O diretor executivo da PHB, Sylvio Ortega Filho, disse que a atual capacidade de produção de 50 toneladas/ano de PHB deverá crescer para 36 mil toneladas/ano nos próximos dois anos. Da produção total, apenas 5% ficará no mercado interno e o restante será exportado para Europa, Estados Unidos e alguns países da Ásia, como o Japão.
“Tem um ponto crucial que é diferente dos demais. Nossa matéria-prima é o açúcar, não álcool ou etanol. É um processo de biotecnologia. Transformamos o açúcar e fazemos o PHD”, diz Ortega Filho. “Temos produto biodegradável, compostável e certificado por certificadores europeus acreditados.”
O executivo, que participará do Ethanol Summit 2009, pretende demonstrar a variedade de produtos e aplicações possíveis a partir do PHB, durante o painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira para o Etanol”, dia 2 de junho, às 10h15. No painel participará também o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e o diretor comercial plásticos da DOW, Diego Donoso, com moderação de Marco Aurélio Pinheiro Lima.
Ortega Filho destaca algumas técnicas em que a aplicação do PBH tem bons resultados. Uma delas é a injeção (tampa da garrafa pet é injetada e feita de polipropileno). Já existe também polímero biodegradável para fazer garrafa. Outra técnica é a termoformagem, para fazer embalagens de alimentação; e também fazer extrusão de chapas e de fibras para atender a indústria automobilística (espelho retrovisor, painéis de carros etc.).
O PHB serve ainda para substituição de poliuretanas biodegradáveis (faz espuma que substitui o isopor) e produtos de elastômeros. A produção de PHB consome somente 10% da energia não renovável usada no processo de produção do PP. As fontes de energia renováveis usadas no processo de produção do PHB incluem a cana-de-açúcar, o açúcar o solvente e todas utilidades, explica o executivo.
Usina aumentará capacidade produtiva de PHB

Transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico biodegradável, por meio de um conceito renovável e sustentável, é a proposta da PHB Industrial, sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo. O processo vem sendo executado numa planta piloto na Usina da Pedra desde 2000, mas agora há planos para alçar vôos maiores.
O diretor executivo da PHB, Sylvio Ortega Filho, disse que a atual capacidade de produção de 50 toneladas/ano de PHB deverá crescer para 36 mil toneladas/ano nos próximos dois anos. Da produção total, apenas 5% ficará no mercado interno e o restante será exportado para Europa, Estados Unidos e alguns países da Ásia, como o Japão.
“Tem um ponto crucial que é diferente dos demais. Nossa matéria-prima é o açúcar, não álcool ou etanol. É um processo de biotecnologia. Transformamos o açúcar e fazemos o PHD”, diz Ortega Filho. “Temos produto biodegradável, compostável e certificado por certificadores europeus acreditados.”
O executivo, que participará do Ethanol Summit 2009, pretende demonstrar a variedade de produtos e aplicações possíveis a partir do PHB, durante o painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira para o Etanol”, dia 2 de junho, às 10h15. No painel participará também o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e o diretor comercial plásticos da DOW, Diego Donoso, com moderação de Marco Aurélio Pinheiro Lima.
Ortega Filho destaca algumas técnicas em que a aplicação do PBH tem bons resultados. Uma delas é a injeção (tampa da garrafa pet é injetada e feita de polipropileno). Já existe também polímero biodegradável para fazer garrafa. Outra técnica é a termoformagem, para fazer embalagens de alimentação; e também fazer extrusão de chapas e de fibras para atender a indústria automobilística (espelho retrovisor, painéis de carros etc.).
O PHB serve ainda para substituição de poliuretanas biodegradáveis (faz espuma que substitui o isopor) e produtos de elastômeros. A produção de PHB consome somente 10% da energia não renovável usada no processo de produção do PP. As fontes de energia renováveis usadas no processo de produção do PHB incluem a cana-de-açúcar, o açúcar o solvente e todas utilidades, explica o executivo.
Saturday, April 25, 2009
BRASKEM green plastic project BRAZIL
The total investment will be R$500 million and the plant will make 200,000 tons/year of ethane, that will be converted into the same amount of polyethylene at existing plants at the Triunfo complex. The plant's operations are scheduled to start in the final quarter of 2010 and the sales in 2011.
The Green Polyethylene Project will consume some 470 million liters of ethanol/ year, which will initially be brought by ship from other regions in the country to the Santa Clara terminal, in Triunfo, and then transported via pipeline to the plant. The project is part of a R$1 billion investment plan launched by Braskem in Rio Grande do Sul for the next three years.
BRASKEM green plastic project BRAZIL

The total investment will be R$500 million and the plant will make 200,000 tons/year of ethane, that will be converted into the same amount of polyethylene at existing plants at the Triunfo complex. The plant's operations are scheduled to start in the final quarter of 2010 and the sales in 2011.
The Green Polyethylene Project will consume some 470 million liters of ethanol/ year, which will initially be brought by ship from other regions in the country to the Santa Clara terminal, in Triunfo, and then transported via pipeline to the plant. The project is part of a R$1 billion investment plan launched by Braskem in Rio Grande do Sul for the next three years.
Drone footage shows severe drought hitting river in Brazil – video
Drone footage from 17 September shows the Araguaia River drying up, as severe drought grips parts of Brazil. The country is preparing for ...
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Chocolate being added to cups of coffee. The prices for cocoa and coffee rose 163% and 103% respectively in the year to January. Photogra...
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The Bellingshausen Sea is 650,000 sq kms of sea ice compared with the 1991 – 2010 average. Photograph: Alex Ingle/Schmidt Ocean Institute...