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Tuesday, August 9, 2011

Chegada de bioplásticos a Tetra Pak e Nestlé reforça importante tendência de uso da cana-de-açúcar






Embalagem com tampa de polietileno feita a partir de cana-de-açúcar

acaba de ser lançada (Foto: Tetra Pak)



Embalagens sustentáveis fabricadas a partir de derivados de cana-de-açúcar estão deixando de ser um nicho e ganhando cada vez mais espaço no mercado, avalia o consultor de Tecnologia e Emissões da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc. Segundo ele, iniciativas recentes como a da Braskem, Tetra Pak e a Nestlé Brasil são um indício de que esse processo esteja ganhando força.



No final do mês julho, as três companhias anunciaram um acordo para uso de embalagens com tampas de polietileno, fabricadas a partir de cana, para os produtos das marcas Ninho e Molico. “O que assistimos é fantástico. Basta lembrar o importante projeto da PlantBottle envolvendo a Coca-Cola e agora empresas do porte da Heinz, TetraPak e Nestlé utilizando embalagens completas ou componentes dessas embalagens produzidos de bioplásticos. A percepção é que a indústria está cada vez mais atenta às vantagens de se produzir bioplásticos a partir de uma matéria-prima como a cana, cujas vantagens para absorção de gases que causam o efeito estufa são enormes quando comparadas às que utilizam petróleo,” afirma Szwarc.



O Brasil foi o primeiro país da América Latina a comercializar embalagens feitas com bioplástico, fabricadas a partir de cana-de-açúcar. Empresas como Procter & Gamble, Danone, Coca-Cola e Heinz, se destacaram como pioneiras no uso de biopolietileno e bioPET criados a partir do caldo da cana.



Valor agregado



Para Ivan Zurita, presidente da Nestlé Brasil, com o uso das novas tampas a empresa espera estimular a consciência ambiental ao proporcionar aos consumidores um produto que utiliza fontes renováveis na fabricação de sua embalagem. “Além disso, a nova embalagem agrega valor às mercadorias,” ressalta.

Já Paulo Nigro, presidente da Tetra Pak Brasil, enfatiza que a embalagem de polietileno de cana é apenas o primeiro passo para a criação de outra versão, que será 100% sustentável. "Com a inovação, a Tetra Pak reforça o compromisso com seus clientes e a sociedade em trabalhar por um planeta mais saudável e sustentável," explica.

Quanto à parceria, o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, diz que o acordo fortalece o compromisso social. “Participar dessa iniciativa ao lado de empresas que são líderes globais em seus setores de atuação é muito importante e reforça o compromisso com a promoção da sustentabilidade,” concluiu.

Chegada de bioplásticos a Tetra Pak e Nestlé reforça importante tendência de uso da cana-de-açúcar







Embalagem com tampa de polietileno feita a partir de cana-de-açúcar

acaba de ser lançada (Foto: Tetra Pak)




Embalagens sustentáveis fabricadas a partir de derivados de cana-de-açúcar estão deixando de ser um nicho e ganhando cada vez mais espaço no mercado, avalia o consultor de Tecnologia e Emissões da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc. Segundo ele, iniciativas recentes como a da Braskem, Tetra Pak e a Nestlé Brasil são um indício de que esse processo esteja ganhando força.



No final do mês julho, as três companhias anunciaram um acordo para uso de embalagens com tampas de polietileno, fabricadas a partir de cana, para os produtos das marcas Ninho e Molico. “O que assistimos é fantástico. Basta lembrar o importante projeto da PlantBottle envolvendo a Coca-Cola e agora empresas do porte da Heinz, TetraPak e Nestlé utilizando embalagens completas ou componentes dessas embalagens produzidos de bioplásticos. A percepção é que a indústria está cada vez mais atenta às vantagens de se produzir bioplásticos a partir de uma matéria-prima como a cana, cujas vantagens para absorção de gases que causam o efeito estufa são enormes quando comparadas às que utilizam petróleo,” afirma Szwarc.



O Brasil foi o primeiro país da América Latina a comercializar embalagens feitas com bioplástico, fabricadas a partir de cana-de-açúcar. Empresas como Procter & Gamble, Danone, Coca-Cola e Heinz, se destacaram como pioneiras no uso de biopolietileno e bioPET criados a partir do caldo da cana.



Valor agregado



Para Ivan Zurita, presidente da Nestlé Brasil, com o uso das novas tampas a empresa espera estimular a consciência ambiental ao proporcionar aos consumidores um produto que utiliza fontes renováveis na fabricação de sua embalagem. “Além disso, a nova embalagem agrega valor às mercadorias,” ressalta.

Já Paulo Nigro, presidente da Tetra Pak Brasil, enfatiza que a embalagem de polietileno de cana é apenas o primeiro passo para a criação de outra versão, que será 100% sustentável. "Com a inovação, a Tetra Pak reforça o compromisso com seus clientes e a sociedade em trabalhar por um planeta mais saudável e sustentável," explica.

Quanto à parceria, o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, diz que o acordo fortalece o compromisso social. “Participar dessa iniciativa ao lado de empresas que são líderes globais em seus setores de atuação é muito importante e reforça o compromisso com a promoção da sustentabilidade,” concluiu.

Dow-Mitsui Brazilian bioplastics project reveals new investment path for sugarcane












Although not yet a trend, it can be described as an impressive early step with more to come. A joint-venture between U.S. multinational Dow Chemical and Japan’s Mitsui, announced in Brazil on July 19th, will result in the construction of a new sugarcane processing unit dedicated to manufacturing bioplastics and biopolymers.



Amounts invested were not disclosed, but each company will have a 50% stake in the new mill, to be located in Santa Victoria, in Minas Gerais state. The cane-based polymers will be utilized in the production of flexible packaging, medical products and toiletries.



“What we are seeing is an important product diversification, the use of sugarcane and ethanol in a dedicated unit that will manufacture green polyethylene from renewable fuel instead of naphtha, which is produced from fossil fuels. As the volumes will certainly not be small, the project opens the possibility that other groups will start to focus not only on sugar and ethanol, but also products with higher value-added, as in this case," said Antonio de Padua Rodrigues, technical director of the Brazilian Sugarcane Industry Association (UNICA).



Niche market



The project is within objectives set by Dow, to develop low-carbon solutions in tune with the global challenges of energy and climate change. "This historic operation reinforces Dow's commitment to invest in the development of sectors that involve high innovation and value through strategic partnerships," said Andrew N. Liveris, Dow chairman and CEO. "The agreement also brings together the strengths of two global companies, creating a unique combination of global technology leadership and access to renewable raw materials to meet the needs of an important and fast-growing region," he added.



"Bioplastics are still uncharted territory, and we believe that this niche can expand faster than our expectations," said a Mitsui executive who asked not to be named.



Persistency



UNICA’s Rodrigues points out that Dow’s insistence was key element in the success of the new venture. "Since 2006 there were already plans to build a dedicated mill with a different partner. Now, the effort got off the ground with Mitsui, a solid company that is capable of providing longevity and consistency to the project,” said the executive.



The first phase of the project includes the construction of the new mill, which will process sugarcane into ethanol. Work is expected to begin in the third quarter of 2011.



Dow-Mitsui Brazilian bioplastics project reveals new investment path for sugarcane



















Although not yet a trend, it can be described as an impressive early step with more to come. A joint-venture between U.S. multinational Dow Chemical and Japan’s Mitsui, announced in Brazil on July 19th, will result in the construction of a new sugarcane processing unit dedicated to manufacturing bioplastics and biopolymers.



Amounts invested were not disclosed, but each company will have a 50% stake in the new mill, to be located in Santa Victoria, in Minas Gerais state. The cane-based polymers will be utilized in the production of flexible packaging, medical products and toiletries.



“What we are seeing is an important product diversification, the use of sugarcane and ethanol in a dedicated unit that will manufacture green polyethylene from renewable fuel instead of naphtha, which is produced from fossil fuels. As the volumes will certainly not be small, the project opens the possibility that other groups will start to focus not only on sugar and ethanol, but also products with higher value-added, as in this case," said Antonio de Padua Rodrigues, technical director of the Brazilian Sugarcane Industry Association (UNICA).



Niche market



The project is within objectives set by Dow, to develop low-carbon solutions in tune with the global challenges of energy and climate change. "This historic operation reinforces Dow's commitment to invest in the development of sectors that involve high innovation and value through strategic partnerships," said Andrew N. Liveris, Dow chairman and CEO. "The agreement also brings together the strengths of two global companies, creating a unique combination of global technology leadership and access to renewable raw materials to meet the needs of an important and fast-growing region," he added.



"Bioplastics are still uncharted territory, and we believe that this niche can expand faster than our expectations," said a Mitsui executive who asked not to be named.



Persistency



UNICA’s Rodrigues points out that Dow’s insistence was key element in the success of the new venture. "Since 2006 there were already plans to build a dedicated mill with a different partner. Now, the effort got off the ground with Mitsui, a solid company that is capable of providing longevity and consistency to the project,” said the executive.



The first phase of the project includes the construction of the new mill, which will process sugarcane into ethanol. Work is expected to begin in the third quarter of 2011.



Tuesday, October 6, 2009

UNICA: opção da Johnson&Johnson por Resina Verde da Braskem deve servir de exemplo 06/10/2009



A decisão da multinacional Johnson&Johnson de fechar uma parceria com a Braskem para produzir embalagens de Resina Verde, um polietileno obtido através da cana-de-açúcar, representa o inicio de uma importante fase na indústria, avalia o consultor de Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA), Alfred Szwarc.

“Este acordo, de grandes proporções, é sem dúvida o início de uma mudança de paradigmas na indústria. Está mais do que na hora do início de um processo de substituição de produtos fósseis – leia-se aqui o petróleo – para uma matéria-prima limpa, cuja tecnologia somos detentores”, raciocina Alfred Szwarc.

Nesta segunda-feira (05/10), em comunicado à Imprensa, a Brasken informou que a Johnson&Johsnon é a primeira indústria de higiene e beleza a fechar um acordo para produzir embalagens de Resina Verde Sundown®

A Resina é elaborada com matérias-primas 100% renováveis e o material tem o mesmo aspecto e propriedades dos plásticos tradicionais no produto final, com a diferença de que é capaz de capturar CO2 da atmosfera, ou seja, uma tonelada de resina verde capta 2,5 t de CO2, informa a Brasken.

“A empresa possui diversas outras atividades ligadas à responsabilidade ambiental como tratamento de efluentes, controle de resíduos sólidos, etc. No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da Resina Verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo", diz Marcelo Scatolini, gerente de grupo de Suncare da Johnson & Johnson.
Cronograma

As primeiras embalagens com o novo material chegam para o verão 2011/2012. Inicialmente, a Linha Regular de Protetores e Bloqueadores e a linha de bronzeadores Sundown® Gold serão as primeiras a serem produzidas com a embalagem de matéria-prima renovável, mas todo o portfólio deve passar a ser feito com a Resina Verde.

"A Johnson & Johnson terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo. A Resina Verde veio ampliar a relação de Sundown® com o Sol. Além do produto, agora a embalagem também terá essa relação, já que este material só existe porque o sol dá a energia necessária para o desenvolvimento da cana-de-açúcar", afirma Rui Chammas, diretor do negócio polietileno da Braskem.

O Eteno Verde é produzido a partir da desidratação do etanol da cana-de-açúcar (o mesmo que hoje é utilizado como combustível nos carros flex) e depois polimerizado em polietileno verde, em unidades industriais que serão dedicadas exclusivamente ao produto. Este plástico pode ser utilizado em todas as aplicações onde hoje se utiliza a versão petroquímica, sem qualquer adaptação em máquinas ou processos produtivos.

UNICA: opção da Johnson&Johnson por Resina Verde da Braskem deve servir de exemplo 06/10/2009



A decisão da multinacional Johnson&Johnson de fechar uma parceria com a Braskem para produzir embalagens de Resina Verde, um polietileno obtido através da cana-de-açúcar, representa o inicio de uma importante fase na indústria, avalia o consultor de Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA), Alfred Szwarc.

“Este acordo, de grandes proporções, é sem dúvida o início de uma mudança de paradigmas na indústria. Está mais do que na hora do início de um processo de substituição de produtos fósseis – leia-se aqui o petróleo – para uma matéria-prima limpa, cuja tecnologia somos detentores”, raciocina Alfred Szwarc.

Nesta segunda-feira (05/10), em comunicado à Imprensa, a Brasken informou que a Johnson&Johsnon é a primeira indústria de higiene e beleza a fechar um acordo para produzir embalagens de Resina Verde Sundown®

A Resina é elaborada com matérias-primas 100% renováveis e o material tem o mesmo aspecto e propriedades dos plásticos tradicionais no produto final, com a diferença de que é capaz de capturar CO2 da atmosfera, ou seja, uma tonelada de resina verde capta 2,5 t de CO2, informa a Brasken.

“A empresa possui diversas outras atividades ligadas à responsabilidade ambiental como tratamento de efluentes, controle de resíduos sólidos, etc. No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da Resina Verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo", diz Marcelo Scatolini, gerente de grupo de Suncare da Johnson & Johnson.
Cronograma

As primeiras embalagens com o novo material chegam para o verão 2011/2012. Inicialmente, a Linha Regular de Protetores e Bloqueadores e a linha de bronzeadores Sundown® Gold serão as primeiras a serem produzidas com a embalagem de matéria-prima renovável, mas todo o portfólio deve passar a ser feito com a Resina Verde.

"A Johnson & Johnson terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo. A Resina Verde veio ampliar a relação de Sundown® com o Sol. Além do produto, agora a embalagem também terá essa relação, já que este material só existe porque o sol dá a energia necessária para o desenvolvimento da cana-de-açúcar", afirma Rui Chammas, diretor do negócio polietileno da Braskem.

O Eteno Verde é produzido a partir da desidratação do etanol da cana-de-açúcar (o mesmo que hoje é utilizado como combustível nos carros flex) e depois polimerizado em polietileno verde, em unidades industriais que serão dedicadas exclusivamente ao produto. Este plástico pode ser utilizado em todas as aplicações onde hoje se utiliza a versão petroquímica, sem qualquer adaptação em máquinas ou processos produtivos.

Wednesday, June 3, 2009

Setor químico aposta cada vez mais na produção de plástico de etanol














Cada vez mais empresas multinacionais apostam na produção sustentável do polietileno, o plástico mais consumido do mundo. A indústria química vem gradativamente substituindo a matéria-prima fóssil empregada na produção, por fontes renováveis, como é o caso do etanol de cana-de-açúcar. O tema foi abordado nesta terça-feira (02/06/2009), no segundo dia Ethanol Summit 2009, durante a realização do painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira do Etanol”, que reuniu o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e os diretores das empresas DOW Rohm and Hass e PHB industrial, Diego Donoso e Sylvio Ortega Filho, respectivamente.

“Para cada quilo de plástico renovável que produzimos, evitamos a emissão de 2,5 quilos de CO2 na atmosfera, considerando toda a cadeia de produção, desde a plantação da cana até a fabricação do polietileno verde.”, destaca o CEO da Braskem. Além disso, segundo Gradin, outra grande vantagem é a de que o produto pode ser reciclado.

Segundo o executivo da empresa, o plástico renovável está despertando interesse de corporações globais em áreas como as de alimentos, cosméticos, higiene e limpeza. Gradin revelou que a meta da Brasken para 2010 é produzir 200 mil toneladas de plástico “verde” por ano, o que exigirá a utilização de 450 milhões de litros de etanol.

De acordo com Diego Donoso, da DOW Rohm and Hass, além de ser 100% reciclável, o plástico feito de etanol também pode ser convertido em diesel. “Existe um imenso potencial energético nos lixões das grandes cidades”, observa. Mesmo sendo líder mundial na produção de polietileno verde, a DOW Rohm and Hass quer inovar ainda mais. “Estamos investindo para na fabricação de plásticos “verdes” mais flexíveis, produzindo embalagens maleáveis, como por exemplo, pacotes de fraldas e xampus.”, observa.

A evolução tecnológica também vem possibilitando transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico que além de reciclável também é biodegradável. É o que já vem fazendo a PHB Industrial, empresa especializada na produção e transformação de biomassa em produtos para a indústria química. Ligada à usina da Pedra, associada da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), a PHB mantém uma unidade sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo, onde são produzidas 50 toneladas de PHB por ano. “Este número deverá crescer para 36 mil toneladas/ano até 2011” ressalta o diretor da empresa, Sylvio Ortega.

Setor químico aposta cada vez mais na produção de plástico de etanol














Cada vez mais empresas multinacionais apostam na produção sustentável do polietileno, o plástico mais consumido do mundo. A indústria química vem gradativamente substituindo a matéria-prima fóssil empregada na produção, por fontes renováveis, como é o caso do etanol de cana-de-açúcar. O tema foi abordado nesta terça-feira (02/06/2009), no segundo dia Ethanol Summit 2009, durante a realização do painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira do Etanol”, que reuniu o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e os diretores das empresas DOW Rohm and Hass e PHB industrial, Diego Donoso e Sylvio Ortega Filho, respectivamente.

“Para cada quilo de plástico renovável que produzimos, evitamos a emissão de 2,5 quilos de CO2 na atmosfera, considerando toda a cadeia de produção, desde a plantação da cana até a fabricação do polietileno verde.”, destaca o CEO da Braskem. Além disso, segundo Gradin, outra grande vantagem é a de que o produto pode ser reciclado.

Segundo o executivo da empresa, o plástico renovável está despertando interesse de corporações globais em áreas como as de alimentos, cosméticos, higiene e limpeza. Gradin revelou que a meta da Brasken para 2010 é produzir 200 mil toneladas de plástico “verde” por ano, o que exigirá a utilização de 450 milhões de litros de etanol.

De acordo com Diego Donoso, da DOW Rohm and Hass, além de ser 100% reciclável, o plástico feito de etanol também pode ser convertido em diesel. “Existe um imenso potencial energético nos lixões das grandes cidades”, observa. Mesmo sendo líder mundial na produção de polietileno verde, a DOW Rohm and Hass quer inovar ainda mais. “Estamos investindo para na fabricação de plásticos “verdes” mais flexíveis, produzindo embalagens maleáveis, como por exemplo, pacotes de fraldas e xampus.”, observa.

A evolução tecnológica também vem possibilitando transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico que além de reciclável também é biodegradável. É o que já vem fazendo a PHB Industrial, empresa especializada na produção e transformação de biomassa em produtos para a indústria química. Ligada à usina da Pedra, associada da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), a PHB mantém uma unidade sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo, onde são produzidas 50 toneladas de PHB por ano. “Este número deverá crescer para 36 mil toneladas/ano até 2011” ressalta o diretor da empresa, Sylvio Ortega.

Friday, May 29, 2009

Coca-Cola "Coke" lança garrafa ecologicamente correta feita de etanol de cana-de-açúcar















A Coca-Cola Company anunciou na quinta-feira (14/05/09) o lançamento de uma nova garrafa plástica parcialmente feita de etanol de cana-de-açúcar, totalmente reciclável, com menor dependência de fontes não renováveis, e que reduz as emissões de carbono em comparação às garrafas plásticas tradicionais.

As garrafas da Coca-Cola são feitas de uma mistura de materiais com base em petróleo e 30% de materiais derivados de etanol. A Coca-Cola está pesquisando o uso de outras plantas para futuras gerações da garrafa ambientalmente correta.

“A iniciativa da Coca-Cola em utilizar, num primeiro momento, uma parcela de polietileno derivado de etanol na produção de garrafas PET e em considerar para o futuro garrafas 100% derivadas desta matéria-prima é uma medida concreta para a mitigação de gases de efeito estufa e uso de matérias-primas renováveis e recicláveis”, afirmou o consultor de emissões e tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc.

A maior fabricante de bebidas do mundo, com matriz em Atlanta (EUA), afirmou que vai começar a utilizar as chamadas, “Garrafas Verdes” (PlantBottle), em sua marca de aguá, Dasani, e, ainda este ano, em outras marcas de bebidas gaseificadas do mercado norte americano.

“A ‘Garrafa Verde’ é um significante avanço na inovação de embalagens sustentáveis,” afirmou o presidente da Coca-Cola Company, Muhtar Kent. "Isso soma ao nosso legado ambiental e estabelece um caminho para concretizarmos nossa visão de introduzir garrafas produzidas de materiais que são 100% recicláveis e renováveis.”

A produção da nova garrafa de plástico é ambientalmente mais eficiente. Uma análise de ciclo de vida, conduzida pela Universidade de Londres (Imperial College London) mostra que a “Garrafa Verde” reduz em até 25% as emissões de carbono se comparadas com uma garrafa PET tradicional, de petróleo.

Outra vantagem é que, diferente de outras garrafas plásticas produzidas a partir de biomassa, a “Garrafa Verde” pode ser industrializada nos processos de produção e reciclagem convencionais. Sua matéria-prima pode ser usada, reciclado e reutilizado por muitas vezes.

“A ‘Garrafa Verde’ representa o próximo passo rumo à garrafa do futuro,” conclui o diretor de embalagens sustentáveis da Coca-Cola Company, Scott Vitters

Coca-Cola "Coke" lança garrafa ecologicamente correta feita de etanol de cana-de-açúcar















A Coca-Cola Company anunciou na quinta-feira (14/05/09) o lançamento de uma nova garrafa plástica parcialmente feita de etanol de cana-de-açúcar, totalmente reciclável, com menor dependência de fontes não renováveis, e que reduz as emissões de carbono em comparação às garrafas plásticas tradicionais.

As garrafas da Coca-Cola são feitas de uma mistura de materiais com base em petróleo e 30% de materiais derivados de etanol. A Coca-Cola está pesquisando o uso de outras plantas para futuras gerações da garrafa ambientalmente correta.

“A iniciativa da Coca-Cola em utilizar, num primeiro momento, uma parcela de polietileno derivado de etanol na produção de garrafas PET e em considerar para o futuro garrafas 100% derivadas desta matéria-prima é uma medida concreta para a mitigação de gases de efeito estufa e uso de matérias-primas renováveis e recicláveis”, afirmou o consultor de emissões e tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc.

A maior fabricante de bebidas do mundo, com matriz em Atlanta (EUA), afirmou que vai começar a utilizar as chamadas, “Garrafas Verdes” (PlantBottle), em sua marca de aguá, Dasani, e, ainda este ano, em outras marcas de bebidas gaseificadas do mercado norte americano.

“A ‘Garrafa Verde’ é um significante avanço na inovação de embalagens sustentáveis,” afirmou o presidente da Coca-Cola Company, Muhtar Kent. "Isso soma ao nosso legado ambiental e estabelece um caminho para concretizarmos nossa visão de introduzir garrafas produzidas de materiais que são 100% recicláveis e renováveis.”

A produção da nova garrafa de plástico é ambientalmente mais eficiente. Uma análise de ciclo de vida, conduzida pela Universidade de Londres (Imperial College London) mostra que a “Garrafa Verde” reduz em até 25% as emissões de carbono se comparadas com uma garrafa PET tradicional, de petróleo.

Outra vantagem é que, diferente de outras garrafas plásticas produzidas a partir de biomassa, a “Garrafa Verde” pode ser industrializada nos processos de produção e reciclagem convencionais. Sua matéria-prima pode ser usada, reciclado e reutilizado por muitas vezes.

“A ‘Garrafa Verde’ representa o próximo passo rumo à garrafa do futuro,” conclui o diretor de embalagens sustentáveis da Coca-Cola Company, Scott Vitters

Saturday, May 23, 2009

Usina aumentará capacidade produtiva de PHB



Transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico biodegradável, por meio de um conceito renovável e sustentável, é a proposta da PHB Industrial, sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo. O processo vem sendo executado numa planta piloto na Usina da Pedra desde 2000, mas agora há planos para alçar vôos maiores.
O diretor executivo da PHB, Sylvio Ortega Filho, disse que a atual capacidade de produção de 50 toneladas/ano de PHB deverá crescer para 36 mil toneladas/ano nos próximos dois anos. Da produção total, apenas 5% ficará no mercado interno e o restante será exportado para Europa, Estados Unidos e alguns países da Ásia, como o Japão.
“Tem um ponto crucial que é diferente dos demais. Nossa matéria-prima é o açúcar, não álcool ou etanol. É um processo de biotecnologia. Transformamos o açúcar e fazemos o PHD”, diz Ortega Filho. “Temos produto biodegradável, compostável e certificado por certificadores europeus acreditados.”
O executivo, que participará do Ethanol Summit 2009, pretende demonstrar a variedade de produtos e aplicações possíveis a partir do PHB, durante o painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira para o Etanol”, dia 2 de junho, às 10h15. No painel participará também o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e o diretor comercial plásticos da DOW, Diego Donoso, com moderação de Marco Aurélio Pinheiro Lima.
Ortega Filho destaca algumas técnicas em que a aplicação do PBH tem bons resultados. Uma delas é a injeção (tampa da garrafa pet é injetada e feita de polipropileno). Já existe também polímero biodegradável para fazer garrafa. Outra técnica é a termoformagem, para fazer embalagens de alimentação; e também fazer extrusão de chapas e de fibras para atender a indústria automobilística (espelho retrovisor, painéis de carros etc.).
O PHB serve ainda para substituição de poliuretanas biodegradáveis (faz espuma que substitui o isopor) e produtos de elastômeros. A produção de PHB consome somente 10% da energia não renovável usada no processo de produção do PP. As fontes de energia renováveis usadas no processo de produção do PHB incluem a cana-de-açúcar, o açúcar o solvente e todas utilidades, explica o executivo.

Usina aumentará capacidade produtiva de PHB



Transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico biodegradável, por meio de um conceito renovável e sustentável, é a proposta da PHB Industrial, sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo. O processo vem sendo executado numa planta piloto na Usina da Pedra desde 2000, mas agora há planos para alçar vôos maiores.
O diretor executivo da PHB, Sylvio Ortega Filho, disse que a atual capacidade de produção de 50 toneladas/ano de PHB deverá crescer para 36 mil toneladas/ano nos próximos dois anos. Da produção total, apenas 5% ficará no mercado interno e o restante será exportado para Europa, Estados Unidos e alguns países da Ásia, como o Japão.
“Tem um ponto crucial que é diferente dos demais. Nossa matéria-prima é o açúcar, não álcool ou etanol. É um processo de biotecnologia. Transformamos o açúcar e fazemos o PHD”, diz Ortega Filho. “Temos produto biodegradável, compostável e certificado por certificadores europeus acreditados.”
O executivo, que participará do Ethanol Summit 2009, pretende demonstrar a variedade de produtos e aplicações possíveis a partir do PHB, durante o painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira para o Etanol”, dia 2 de junho, às 10h15. No painel participará também o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e o diretor comercial plásticos da DOW, Diego Donoso, com moderação de Marco Aurélio Pinheiro Lima.
Ortega Filho destaca algumas técnicas em que a aplicação do PBH tem bons resultados. Uma delas é a injeção (tampa da garrafa pet é injetada e feita de polipropileno). Já existe também polímero biodegradável para fazer garrafa. Outra técnica é a termoformagem, para fazer embalagens de alimentação; e também fazer extrusão de chapas e de fibras para atender a indústria automobilística (espelho retrovisor, painéis de carros etc.).
O PHB serve ainda para substituição de poliuretanas biodegradáveis (faz espuma que substitui o isopor) e produtos de elastômeros. A produção de PHB consome somente 10% da energia não renovável usada no processo de produção do PP. As fontes de energia renováveis usadas no processo de produção do PHB incluem a cana-de-açúcar, o açúcar o solvente e todas utilidades, explica o executivo.

Saturday, April 25, 2009

BRASKEM green plastic project BRAZIL


SÃO PAULO, 23 de abril de 2009 - On Wednesday Brazilian petrochemical company Braskem laid the cornerstone of the Projeto de Polietileno Verde (Green Polyethylene Project) at the Triunfo Petrochemical Complex (Rio Grande do Sul). The plant will be the first in the world to use sugar cane ethanol to make 100% renewable ethane and polyethylene on a commercial scale.

The total investment will be R$500 million and the plant will make 200,000 tons/year of ethane, that will be converted into the same amount of polyethylene at existing plants at the Triunfo complex. The plant's operations are scheduled to start in the final quarter of 2010 and the sales in 2011.

The Green Polyethylene Project will consume some 470 million liters of ethanol/ year, which will initially be brought by ship from other regions in the country to the Santa Clara terminal, in Triunfo, and then transported via pipeline to the plant. The project is part of a R$1 billion investment plan launched by Braskem in Rio Grande do Sul for the next three years.

BRASKEM green plastic project BRAZIL


SÃO PAULO, 23 de abril de 2009 - On Wednesday Brazilian petrochemical company Braskem laid the cornerstone of the Projeto de Polietileno Verde (Green Polyethylene Project) at the Triunfo Petrochemical Complex (Rio Grande do Sul). The plant will be the first in the world to use sugar cane ethanol to make 100% renewable ethane and polyethylene on a commercial scale.

The total investment will be R$500 million and the plant will make 200,000 tons/year of ethane, that will be converted into the same amount of polyethylene at existing plants at the Triunfo complex. The plant's operations are scheduled to start in the final quarter of 2010 and the sales in 2011.

The Green Polyethylene Project will consume some 470 million liters of ethanol/ year, which will initially be brought by ship from other regions in the country to the Santa Clara terminal, in Triunfo, and then transported via pipeline to the plant. The project is part of a R$1 billion investment plan launched by Braskem in Rio Grande do Sul for the next three years.

Drone footage shows severe drought hitting river in Brazil – video

  Drone footage from 17 September shows the Araguaia River drying up, as severe drought grips parts of Brazil. The country is preparing for ...