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Friday, November 7, 2025

Amazon lakes hit ‘unbearable’ hot-tub temperatures amid mass die-offs of pink river dolphins – study

An Amazon river dolphin in the Rio Negro, in Brazil’s Amazonas state, where more than 150 dolphins died in a heatwave in 2023. Photograph: Gabrielle Therin-Weise/Getty Images


 

Droughts and heatwaves causing water in some areas to reach 41C, killing fish and endangered dolphins, say researchers





Amazonian lakes are being transformed into simmering basins hotter than spa baths as severe heatwaves and drought grip the region, research shows.

The temperature of one lake exceeded 40C (104F) as water levels plummeted under intense sunlight and cloudless skies. The extreme heat triggered mass die-offs among endangered Amazon river dolphins and fish, which cannot survive in such high temperatures.

The shallow waters of Lake Tefé, which were only two metres deep, reached 41C – warmer than an average spa bath. “We couldn’t even put our fingers in the water. It was really hot, not just in the top bit, but right down to the bottom,” said the lead researcher, Ayan Fleischmann, from the Mamirauá Institute for Sustainable Development. “You put your finger in and remove it instantaneously, it’s unbearable.”

Floating carcasses of up to 200 river dolphins washed up over a six-week period around September 2023. No one in the region had seen this happen over the past century, said Fleischmann. “It was completely surreal and really scary.”

This incident led them to look at other water bodies across the Amazon region. Half of the 10 lakes investigated experienced exceptionally high daytime water temperatures above 37C, according to the study, published in the journal Science.

A satellite image from August 2024 of Lake Tefé in Brazil’s Amazonas state, showing sandbanks exposed because of severe droughts. Photograph: European Union/Copernicus Sentinel-2/Reuters

Researchers analysed water temperatures from central Amazonian lakes during the drought of 2023, which was followed by another extreme drought late last year, with new record-breaking low-water levels and severe heating of the lakes. On average Lake Tefé reaches 30C in the hottest months, but in 2024, it hit 40C.

Amazon lakes have been warming by 0.3 to 0.8C each decade over the past 30 or so years – rates higher than the global average, researchers found. At the same time, they are shrinking. During the 2024 drought Lake Tefé lost about 75% of its surface area and Lake Badajós shrank by 90%.

 

Adrian Barnett, senior lecturer in behavioural ecology at the University of Greenwich, who was not involved in the research, said: “The paper shows the extraordinary impacts climate change is having, even on such huge ecosystems as the Amazon, and that these are not restricted to the forests, but the aquatic realm as well.”

“A 10C increase in water temperature is unparalleled,” he said. “The volume of energy needed to achieve this in such huge volumes of water is jaw-dropping.”

Most fish, and the dolphins and manatees, normally breed in the low-water season, said Barnett said, adding that it was likely that 2023 would have been a disastrous year reproductively for most species. “If this happens repeatedly, then their populations and those of the species that are connected to them ecologically, will decline severely.”

There are few local solutions to this problem, according to Barnett. “Something that’s happening at such a huge scale really requires a systems approach and that means attacking the root cause of the problem, which is fossil fuel emissions and the causes of global warming itself,” he said.

Saturday, November 27, 2021

Clean Energy - Brasil enriquece mais urânio em busca de autossuficiência para energia nuclear

 








Complexo de energia nuclear de Angra dos Reis, RJ
31/08/2011REUTERS/Ricardo Moraes
Stéfano Sallesda CNN no Rio de Janeiro


Dono da sétima maior reserva de urânio do planeta, de acordo com dados da Associação Nuclear Mundial (AMB), o Brasil aumentará a partir desta sexta-feira (26) a quantidade de metal enriquecido para alimentar as usinas de Angra 1 e 2, as duas únicas do parque nuclear brasileiro.

A ampliação ocorrerá com a inauguração da nona cascata de ultracentrífugas da Fábrica Nacional de Combustíveis. A unidade pertence às Indústrias Nucleares Brasileiras (INB), sediadas em Resende, no Sul Fluminense.

A nova cascata de ultracentrífugas demandou um investimento de R$ 54 milhões e fará com que o Brasil seja capaz de atender a 65% da demanda das recargas anuais das duas usinas. O plano é que em 2033 o país tenha produção suficiente para atender às unidades.

A autossuficiência, no entanto, só seria alcançada em 2037, com 30 cascatas. Isto porque, até 2026, o governo pretende concluir as obras de Angra 3, paralisadas desde 2015, por conta de escândalos de corrupção investigados pela Operação Lava-Jato.

Com o aumento da produção própria, o Brasil reduzirá as importações de urânio enriquecido, trazido da Europa. De acordo com a AMB, o país é um dos 13 reconhecidos internacionalmente por dominar o ciclo de enriquecimento do urânio.

Especialistas apontam ainda que o Brasil pode descobrir, nos próximos anos, ser detentor da maior reserva mundial do metal.

A explicação para o fenômeno está no fato de as estimativas serem feitas com base no mapeamento atualmente disponível, que analisou apenas 30% do território nacional, na década de 70.

O processo foi retomado pelo Ministério de Minas e Energia. Ex-presidente da Eletrobrás e professor emérito do curso de Engenharia Nuclear da UFRJ, Luiz Pinguielli Rosa entende que o movimento desta sexta-feira é fundamental para o país.

“Estamos caminhando em direção à autossuficiência. Além de dominar o processo e de ter uma tecnologia própria para enriquecimento de urânio, o Brasil tem grandes reservas que o colocam em uma posição privilegiada para o uso da energia nuclear.

Hoje a demanda é pequena porque temos apenas dois reatores. Mas temos a previsão de conclusão de Angra 3 e há outro reator em desenvolvimento: o do submarino de propulsão nuclear, feito pela Marinha”, afirma o pesquisador.

O especialista explica que o enriquecimento do urânio significa o aumento artificial da concentração do metal, para que ele seja utilizado como combustível nuclear. Para as usinas de Angra dos Reis, a proporção utilizada é de 4,25%.

Mas, para a embarcação submarina, o nível necessário é 20%: bem maior, mas bem aquém do nível necessário para armas nucleares.

“Para isto, seria necessário atingir a marca de 90%, o que não vai acontecer, porque o Brasil é signatário do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), assim como outras 188 nações.

Embora o nível de enriquecimento de urânio necessário para o submarino da Marinha seja maior, ele poderá também, futuramente, ser realizado na FNC, em Resende”, avalia o especialista.

Em meio à crise elétrica provocada pela baixa dos reservatórios das usinas hidrelétricas, a energia nuclear responde por 1,2% da matriz energética brasileira. O Plano Nacional de Energia 2050, do Ministério de Minas e Energia prevê a conclusão de Angra 3 e a construção de uma nova unidade até 2031, como previsto pelo Plano Decenal de Energia 2031.

O local ainda não foi definido, mas a intenção já foi confirmada pelo ministro Bento Albuquerque.

Para dar conta da demanda atual e de sua eventual expansão, o Brasil retomou em 2020 a exploração de urânio na Mina do Engenho, em Caetité, no Sudoeste da Bahia. A produção nacional ficou parada por cinco anos, após o esgotamento da jazida então explorada.

Friday, January 20, 2012

Rio de Janeiro - Aproveite o novo sistema de aluguel de bicicletas e passeie pela Cidade Maravilhosa








Recortado por belezas naturais de todos os tipos, o Rio de Janeiro é propício a passeios mais longos e contemplativos. E nada melhor para apreciar os encantos da cidade do que um bom passeio de bicicleta pelos dos 250 km de ciclovias


Recortado por belezas naturais de todos os tipos, o Rio de Janeiro é propício a passeios mais longos e contemplativos. E nada melhor para apreciar os encantos da cidade do que um bom passeio de bicicleta. Com cerca de 250 km de ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas em sua malha urbana, o Rio de Janeiro é hoje líder no Brasil em extensão de ciclovias construídas. Além de ser um ótimo exercício físico, andar de bicicleta contribui para diminuir a quantidade de carros nas ruas, o que evita a emissão de gases poluentes na atmosfera e melhora as condições de trânsito.
As ciclovias estão presentes em quase toda a orla do Rio, sendo acompanhadas pelas belas paisagens das praias cariocas. Em outros locais da cidade, como os bairros do Jardim Botânico e Gávea, há também trechos de faixas compartilhadas, nas quais as bicicletas dividem espaço com pedestres ou veículos automotores. Pontos turísticos como o Estádio do Maracanã e a Floresta da Tijuca também oferecem essas vias de transporte alternativo. Para o turista que não pode trazer sua bicicleta na mala, há várias lojas na cidade especializadas em aluguel de bicicletas, como a Bike e Lazer, em Ipanema, ou a Ciclo Port, na Barra da Tijuca. A retirada é feita no local, assim como a devolução da bicicleta. As formas de pagamento são dinheiro e cartão.
Também vale ressaltar que o Metrô Rio reserva 206 vagas para bicicletas em algumas estações e autoriza o embarque no último vagão dos trens aos sábados, domingos e feriados, sem restrição de horário. A companhia Barcas S/A também autoriza o embarque de bicicletas nos finais de semana sem cobrança extra.
Confira o que você não pode esquecer no seu passeio de bicicleta:
- Use roupas leves e confortáveis;
- Não se esqueça de passar o protetor solar, principalmente em passeios pela orla;
- Beba muita água e faça antes uma refeição leve;
- Não se esqueça da máquina fotográfica para registrar o passeio;
- Segurança também é um fator importante. Equipamentos como luvas e capacetes, além de refletores e espelhos retrovisores, são de extrema relevância para um passeio agradável.
Serviço
Bike e Lazer

• Ipanema: Rua Visconde de Pirajá 135 loja B - Tel. 2267-7778 - Próximo à Praça General Osório
• Laranjeiras: Rua das Laranjeiras 58 loja A - Tel. 2285-7941 - Próximo ao Largo do Machado.
Ciclo Port
Av. Sernambetiba, 17.610 - loja A (em frente ao posto 11) - Recreio dos Bandeirantes - Tel. 3328-7581

Rio de Janeiro - Aproveite o novo sistema de aluguel de bicicletas e passeie pela Cidade Maravilhosa








Recortado por belezas naturais de todos os tipos, o Rio de Janeiro é propício a passeios mais longos e contemplativos. E nada melhor para apreciar os encantos da cidade do que um bom passeio de bicicleta pelos dos 250 km de ciclovias


Recortado por belezas naturais de todos os tipos, o Rio de Janeiro é propício a passeios mais longos e contemplativos. E nada melhor para apreciar os encantos da cidade do que um bom passeio de bicicleta. Com cerca de 250 km de ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas em sua malha urbana, o Rio de Janeiro é hoje líder no Brasil em extensão de ciclovias construídas. Além de ser um ótimo exercício físico, andar de bicicleta contribui para diminuir a quantidade de carros nas ruas, o que evita a emissão de gases poluentes na atmosfera e melhora as condições de trânsito.
As ciclovias estão presentes em quase toda a orla do Rio, sendo acompanhadas pelas belas paisagens das praias cariocas. Em outros locais da cidade, como os bairros do Jardim Botânico e Gávea, há também trechos de faixas compartilhadas, nas quais as bicicletas dividem espaço com pedestres ou veículos automotores. Pontos turísticos como o Estádio do Maracanã e a Floresta da Tijuca também oferecem essas vias de transporte alternativo. Para o turista que não pode trazer sua bicicleta na mala, há várias lojas na cidade especializadas em aluguel de bicicletas, como a Bike e Lazer, em Ipanema, ou a Ciclo Port, na Barra da Tijuca. A retirada é feita no local, assim como a devolução da bicicleta. As formas de pagamento são dinheiro e cartão.
Também vale ressaltar que o Metrô Rio reserva 206 vagas para bicicletas em algumas estações e autoriza o embarque no último vagão dos trens aos sábados, domingos e feriados, sem restrição de horário. A companhia Barcas S/A também autoriza o embarque de bicicletas nos finais de semana sem cobrança extra.
Confira o que você não pode esquecer no seu passeio de bicicleta:
- Use roupas leves e confortáveis;
- Não se esqueça de passar o protetor solar, principalmente em passeios pela orla;
- Beba muita água e faça antes uma refeição leve;
- Não se esqueça da máquina fotográfica para registrar o passeio;
- Segurança também é um fator importante. Equipamentos como luvas e capacetes, além de refletores e espelhos retrovisores, são de extrema relevância para um passeio agradável.
Serviço
Bike e Lazer

• Ipanema: Rua Visconde de Pirajá 135 loja B - Tel. 2267-7778 - Próximo à Praça General Osório
• Laranjeiras: Rua das Laranjeiras 58 loja A - Tel. 2285-7941 - Próximo ao Largo do Machado.
Ciclo Port
Av. Sernambetiba, 17.610 - loja A (em frente ao posto 11) - Recreio dos Bandeirantes - Tel. 3328-7581

England’s ancient oak trees dying in extreme hot and dry weather. Woodland Trust says trees struggling in drought stress, with older ‘survivors’ disproportionately affected

The Major oak with supporting poles in Sherwood Forest: ‘One of the main reasons that tree died is because of these extreme weather condit...