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Tuesday, July 11, 2023

Mais de 61 mil pessoas morreram de calor na Europa no verão de 2022, diz estudo...

  Levantamento publicado na Nature Medicine prevê ainda 94 mil mortes caso países europeus não tomem medidas para conter mudanças climáticas. Estação registrou recordes históricos de temperatura e queimadas no continente no ano passado. 

 Por France Presse

Mais de 61 mil pessoas morreram de calor na Europa durante o verão de 2022 no Hemisfério Norte, de acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira (10) pela revista científica Nature Medicine.

Sem medidas adequadas, o continente poderá enfrentar mais de 94 mil mortes por ondas de calor em 2040, segundo o estudo, elaborado por cientistas de um instituto de saúde francês e do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal). 

O verão de 2022 foi o mais quente registrado até hoje na Europa, com sucessivas ondas de calor que causaram recordes de temperatura, seca e incêndios florestais.

Os cientistas analisaram dados de temperatura e mortalidade para o período 2015-2022 em 823 regiões de 35 países europeus, com uma população total de mais de 543 milhões de pessoas. 

Com base nesses dados, construíram modelos epidemiológicos que permitem prever a mortalidade atribuível às temperaturas para cada região e semana do período de verão do ano passado, que no Hemisfério Norte é entre fim de junho e fim de setembro.

No total, a análise revela que, entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor na Europa.

Só uma onda de calor particularmente intensa, entre 18 e 24 de julho, causou 11.637 mortes.

"É um número de mortes muito alto", disse à AFP Hicham Achebak, pesquisador do Inserm e participante do estudo.

"Já sabíamos dos efeitos do calor na mortalidade desde o precedente de 2003, mas com esta análise fica claro que ainda há muito trabalho a ser feito para proteger a população", acrescentou.

O índice de mortalidade no verão de 2003, quando a Europa sofreu uma das piores ondas de calor de sua história, ultrapassou a cifra de 70.000 mortes.



Friday, May 5, 2023

Engajado nas causas ambientais desde os anos 1970, rei Charles III pode influenciar em questões sobre clima e meio ambiente


 Novo rei fez seu primeiro discurso abordando assuntos como poluição e lixo há 53 anos; atualmente, é engajado na produção de orgânicos, contra o desmatamento, e ainda usa biocombustível e energia de fonte solar 

 




Rei Charles III criou diversos projetos voltados a assuntos ambientais  


Letícia Naomeda CNN*

em São Paulo

 

O rei Charles III, sucessor da Rainha Elizabeth II, coroado neste sábado (6), passa a assumir novas responsabilidades e compromissos como chefe de Estado do Reino Unido.

Isso implica que ele deve deixar de lado algumas funções de quando era príncipe. Entre elas, seu ativismo em causas ambientais, o que inclui a defesa da natureza, agricultura orgânica e a luta contra as mudanças climáticas.

Mas, pode ser que use seu poder de influência para que a agenda ecológica avance.

Leonardo Paz, pesquisador do Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional da FGV, explica que esse interesse de Charles III por causas ambientais surgiu porque ele era um jovem monarca que queria contribuir e mostrar sua opinião sobre determinados temas. Isso coincidiu com um período em que o tema ambiental começa a ser assunto. “Antes de a questão climática ser uma moda, uma tendência, ele já estava falando sobre isso.”

Sua primeira aparição pública para discursar sobre o assunto ocorreu há 53 anos, em 19 de fevereiro de 1970, quando lançou o Ano Europeu de Conservação no País de Gales.

Charles abordou problemas que relacionados à questão da conservação, como o crescimento populacional, a escassez de recursos, a poluição, o lixo, e propôs algumas soluções, apesar de reconhecer em outro momento que a barreira humana pode impedir que elas aconteçam.

“Um dos problemas mais básicos são as pessoas. Por mais cuidadoso que você planeje ou proponha, inevitavelmente, em algum momento, você se deparará com a natureza humana e obstáculos impenetráveis de obstinação e preconceito. São dificuldades que devem ser vistas e levadas em consideração”, diz no discurso de 1970.

Paz explica que a fala do então príncipe ocorre no contexto em que a família real – uma Monarquia Constitucional – evitava ao máximo emitir opiniões. “Ele buscou alguns temas que julgava necessário, que chamava sua atenção e que ele queria estudar e se posicionar”, acrescenta.

Em sua primeira ação relacionada a isso, em 1985, ele converteu a Home Farm, que ficava próxima à sua propriedade de Highgrove, para a produção de agricultura orgânica, a transformando em 1990 na marca Duchy Originals.

O rei Charles III também se envolveu na área ambiental por meio da Prince’s Foundation – que busca o equilíbrio, a ordem e a relação dos seres humanos com a natureza –, Sustainable Markets, – criada para acelerar a transição do setor privado a um futuro sustentável – e uma TV voltada a documentários e outras produções sobre a área ecológica – a Re:TV.

O Prince’s Rainforest Project, fundado em 2007, foi criado com o objetivo de combater o desmatamento em florestas tropicais – como no Brasil – e, como consequência, o aumento das emissões de carbono. Charles III se sensibilizou mais com o desaparecimento das florestas após um painel intergovernamental que tratava do assunto.

 


 O então príncipe Charles e sua esposa, Duquesa da Cornualha, comemoram 21º aniversário da marca de alimentos orgânicos Duchy Originals, em setembro de 2013 / Dan Kitwood -WPA Pool/Getty Images

Influenciador?

Atuando há tantos anos na causa ambiental, a expectativa é que o novo rei exerça alguma influência para essas questões. “Tem um conjunto de ambientalistas que acham que o rei Charles acaba sendo um dos principais diplomatas da questão climática”, destaca Leonardo Paz, da FGV.

Pelo status que tem, além da compreensão sobre o tema, “ele tem capacidade de entrar em certo os círculos, de falar com certas pessoas, chefes de governo, líderes de indústria”, diz.

No caso do Brasil em particular, recentemente teve uma conversa com o presidente Lula por telefone, e busca uma parceria para aprofundar as discussões sobre as questões climáticas e do meio ambiente.

Mas agora, como o rei do Reino Unido, terá que tratar do assunto de outra forma. No caso da agricultura orgânica, por exemplo, sua marca Duchy Originals passará a ser comandada do príncipe William.

Apesar disso, o seu poder de influência pode dar luz à causa e, de certa forma, colocar o assunto em pauta no governo britânico. Ele não pode “propor uma política robusta como o primeiro-ministro faria e advogar em torno disso, mas ele tem capacidade de influenciar os políticos interessados nesse tema, que vão contar com um grande aliado que é o rei”, explica Paz.

Além disso, há o peso da opinião de um rei, “ainda mais no momento em que a opinião pública via mídia social, via imprensa, cada vez mais tem a capacidade de pressionar negócios, indústrias”.

Contradições

Apesar de toda essa preocupação com o meio ambiente e diversas ações realizadas, o especialista da FGV explica que Charles III vem sofrendo com críticas, especialmente às relacionadas ao uso de helicópteros e jatos, grandes emissores de gases do efeito estufa.

“Quando divulgamos coisas como o meio ambiente, em um contexto onde tudo que fazemos tem algum impacto no ambiente, vai ter sempre alguém que vai nos criticar em relação a essa ‘suposta hipocrisia'”, lembra Paz.

No entanto, o novo rei encontrou maneiras de mitigar seus hábitos não sustentáveis, ao adotar uma pegada de carbono mais consciente. Paz destaca que Charles converteu a matriz elétrica de algumas de suas propriedades para a solar e utiliza biocombustível em seus veículos, em vez de gasolina, por exemplo.

“No final das contas não tem jeito. Ainda mais uma pessoa que vive um estilo de vida da realiza britânica, sem dúvida, vai ter uma pegada de carbono intensa”.

*Sob supervisão de Ana Carolina Nunes. Com informações da CNN Brasil e de Julia Horowitz, da CNN Internacional.

 

Saturday, August 13, 2022

Martianization - EU countries rush to help France tackle ‘monstrous’ wildfires





Firefighters from Romania, Poland, Austria, Greece and Italy fight blazes in show of ‘European solidarity’


Hundreds of firefighters from across the EU have been rushed to France to help battle wildfires in an unprecedented show of international solidarity.

Most are stationed along a 26 mile (40km) active fire-front in the south-west, where a blaze described as “monstrous” continued to devastate pine forests.

German firefighters and their vehicles arrived in the early hours of Friday morning to help tackle the massive Landiras fire in the Gironde and the Landes, south of Bordeaux, which had sparked up again this week after destroying swathes of forest in July.




Romanian firefighters and teams from Poland, Austria, Greece and Italy were also deployed to help more than 1,100 French firefighters try to contain the blaze. President Emmanuel Macron tweeted of the more than 360 firefighters arriving with vehicles and planes: “Our partners are coming to France’s aid against the fires. Thank you to them. European solidarity is at work!”

In a summer of extreme heat and drought, France has faced its most serious forest fires in years. One local firefighter described the Landiras blaze in south-west France as “a sleeping monster which can wake at any gust of wind”.

The French state broadcaster reported that since the start of the year, 56,000 hectares of forest had burned in France – three times the annual average this decade. There have also been forest fires in northern regions not usually hit by summer blazes, including in Brittany, where firefighting planes arrived from Sweden to help.

Authorities in the Gironde said in a statement that more than 7,400 hectares of forest had burned in the Landiras fire, France’s biggest blaze. They said that although the fire had not developed further overnight, high temperatures and dry conditions expected on Friday meant there was a “severe risk” of the fire spreading, and it would be a “complicated” day for fire teams.

The fire had already destroyed 14,000 hectares in July – the driest month in France since 1961 – before being contained, but it had never been fully extinguished and had continued to smoulder in the region’s peat-rich soil before erupting again this week in the tinder-dry pine forests.

Since flaring up again on Tuesday, the fire, which officials suspect may have been caused by arson, has burned through 7,400 hectares, destroyed or damaged 17 homes, and forced 10,000 people to flee, Lieut-Col Arnaud Mendousse of the Gironde fire and rescue service told AFP.

There can be no more hiding, and no more denying. Global heating is supercharging extreme weather at an astonishing speed, and it’s visible in Brazil and beyond. Guardian analysis recently revealed how human-caused climate breakdown is accelerating the toll of extreme weather across the planet. People across the world are losing their lives and livelihoods due to more deadly and more frequent heatwaves, floods, wildfires and droughts triggered by the climate crisis. At the Guardian, we will not stop giving this life-altering issue the urgency and attention it demands. We have a huge global team of climate writers around the world and have recently appointed an extreme weather correspondent. 

 

Our editorial independence means we are free to write and publish journalism which prioritises the crisis. We can highlight the climate policy successes and failings of those who lead us in these challenging times. We have no shareholders and no billionaire owner, just the determination and passion to deliver high-impact global reporting, free from commercial or political influence.

 

And we provide all this for free, for everyone to read. We do this because we believe in information equality. Greater numbers of people can keep track of the global events shaping our world, understand their impact on people and communities, and become inspired to take meaningful action. Millions can benefit from open access to quality, truthful news, regardless of their ability to pay for it. 

 

Every contribution, however big or small, powers our journalism and sustains our future. Support the Guardian from as little as $1 – it only takes a minute. If you can, please consider supporting us with a regular amount each month. Thank you.


 

Saturday, November 20, 2021

EUROPA - Noruega apresenta primeiro cargueiro elétrico autônomo do mundo

 





Navio evitará cerca de 40 mil viagens de caminhões anualmente, reduzindo impacto ambiental do transporte - Pierre-Henry Deshayes

OSLO | AFP

A Noruega apresentou à imprensa, nesta sexta-feira (19), o primeiro navio-cargueiro 100% elétrico e autônomo do mundo, o que representa um importante progresso tecnológico, mas uma pequena contribuição ecológica para um setor que busca reduzir seu impacto ambiental.

O "Yara Birkeland" se encarregará do transporte marítimo de até 120 contêineres de fertilizantes de uma fábrica na cidade de Porsgrunn até o porto de Brevik, a cerca de dez quilômetros de distância. Com isso, cerca de 40 mil viagens de caminhão serão evitadas anualmente para o mesmo propósito.

"Certamente, houve dificuldades, contratempos, por isso é ainda mais gratificante estar aqui hoje e ver que conseguimos", declarou à AFP o diretor-geral da Yara, Sveint Tore Holsether.

Com muitos meses de atraso, o "Yara Birkeland", que tem 80 metros de comprimento e 3.200 toneladas em peso morto, iniciará agora uma série de testes nos próximos dois anos, que o ajudarão a funcionar de forma autônoma, com cada vez menos tripulantes.

A ponte de comando deverá desaparecer dentro de "três, quatro ou cinco anos", detalhou Holsether. Assim, espera-se que o navio consiga percorrer seu trajeto diário de 7,5 milhas náuticas, por seus próprios meios, apenas com a ajuda de sensores.

"Muitos dos incidentes que ocorrem nos navios são causados por erros humanos, pelo cansaço, por exemplo", explicou o chefe de projetos, Jostein Braaten. "As operações autônomas podem garantir uma viagem segura", acrescentou.

Apesar de a distância do percurso ser curta, os obstáculos não são poucos: o cargueiro terá que navegar por um fiorde estreito, passar sob duas pontes, lidar com a influência das correntes e compartilhar o espaço com outras embarcações de diversos tamanhos, inclusive caiaques, antes de atracar em um dos portos mais saturados de Noruega.

Nos próximos meses, a equipe se dedicará à "aprendizagem" da embarcação, para que ela possa começar a navegar de maneira autônoma.

"Em primeiro lugar, temos que detectar que existe algo, entender que é um caiaque e, depois, determinar o que se deve fazer", comentou Braaten.

'CEM TESLAS'

A bordo do "Yara Birkeland", a tradicional sala de máquinas foi substituída por oito compartimentos cheios de baterias que dão ao barco a capacidade de 6,8 MWh. "É o equivalente a cem [carros] Teslas", contou Braaten.

O setor marítimo é responsável por quase 3% do total das emissões de gases do efeito estufa relacionadas às ações humanas e pretende reduzi-las em 40% até 2030, e em 50% para 2050.

Segundo os últimos dados disponíveis da Organização Marítima Internacional (OMI), as emissões do setor passaram de 962 milhões de toneladas de gases em 2012 para mais de 1 bilhão de toneladas em 2018.

O "Yara Birkeland" representará uma economia de 678 toneladas de CO2 por ano, um valor ínfimo para o combate à mudança climática. Além disso, os especialistas acreditam que esse tipo de transporte não poderá ser generalizado.

Assim, a eletricidade como fonte de energia só poderá ser aplicada a alguns tipos de embarcação, como as "balsas, pois realizam trajetos curtos e estáveis" ou, "eventualmente, para a cabotagem e o transporte fluvial, mas está pouco adaptada às longas travessias oceânicas", opinou Camille Egloff, especialista em transporte marítimo do Boston Consulting Group.

"As embarcações não precisarão apenas de autonomia para cobrir grandes distâncias, mas que os terminais portuários também estejam equipados com estações de recarga adaptadas. Por isso, existe um desafio que não é somente tecnológico, mas também de infraestruturas de recarga que requerem coordenação de muitas partes", ressaltou.

Atualmente, dezenas de balsas elétricas percorrem os fiordes da Noruega, um país que, apesar de ser um grande produtor de hidrocarbonetos, é líder no setor de transportes elétricos.

https://www.youtube.com/watch?v=yu0Wb2pP3hQ


Saturday, September 11, 2021

A maior usina para capturar CO2 é instalada na Islândia - The world’s biggest plant to capture CO2 from the air just opened in Iceland





Enquanto o planeta esquenta, a tecnologia avança. A maior usina do mundo para capturar CO2 do ar acaba de ser inaugurada na Islândia. A Orca, uma instalação construída pela Climeworks, irá capturar 4.000 toneladas métricas de dióxido de carbono por ano – e servir como um modelo para tecnologia semelhante. Segundo o Washington Post, ‘Uma grande nova instalação para extrair dióxido de carbono da atmosfera começou a operar na Islândia, um impulso para uma tecnologia emergente que, dizem os especialistas, pode eventualmente desempenhar um papel importante na redução dos gases de efeito estufa que estão aquecendo o planeta’.

A fábrica na Islândia será capaz de capturar 4.000 toneladas métricas anualmente – apenas uma pequena fração do que será necessário, mas que a Climeworks, a empresa que a construiu, diz que pode crescer rapidamente à medida que a eficiência aumenta e os custos diminuem.

Para se ter uma comparação, atualmente a humanidade despeja na atmosfera 51 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente anualmente.

O processo da usina Orca

Ventiladores de tamanho humano são construídos em uma série de caixas do tamanho de contêineres de transporte padrão de 12 metros.



Eles sugam dióxido de carbono do ar, capturando-o em filtros semelhantes a esponjas. Os filtros são queimados, aproximadamente à mesma temperatura necessária para ferver a água, liberando o gás.

Em seguida, é misturado com água e bombeado para o fundo de cavernas de basalto subterrâneas, onde com o tempo ele esfria e transforma-se em pedra.

Parece até ficção científica, não? E talvez seja mesmo. O problema é que até agora os custos ainda são altos demais, típicos de uma novidade tecnológica.


Retirar uma tonelada métrica de dióxido de carbono vai custar cerca de US$ 600 a US$ 800, disse Christoph Gebald, engenheiro suíço que cofundou e codirige a Climeworks.

O valor ainda está longe dos níveis em torno de US$ 100 a US$ 150 por tonelada que são necessários para obter lucro sem a ajuda de quaisquer subsídios governamentais.

Para além disso, o novo processo precisa de grande quantidade de energia para alimentá-lo. E, atualmente, a produção de energia gera emissões.

Este foi um dos motivos para a nova usina ser construída na Islândia. A pequena nação insular tem fartura de energia geotérmica, amigável ao clima, assim como a geologia subterrânea ideal para facilitar a captura de carbono.

Aparentemente, o alto custo é o maior problema da tecnologia

No longo prazo, Gebald acredita que os preços podem ficar mais baratos – em 2030, ele espera preços em torno de US$ 200 a US$ 300 por tonelada. No final da década de 2030, ele acha que será a metade disso –  então teremos um método competitivo de redução das emissões globais.

Washington Post ouviu Stephen Pacala, diretor da Iniciativa de Mitigação de Carbono da Universidade de Princeton, para quem ‘o alto custo é realmente o principal problema. Mas há razões para acreditar que barateá-lo pode ser possível’.

Se a tecnologia custasse US$ 100 por tonelada métrica de dióxido de carbono e a indústria da aviação pagasse para compensar as emissões de seu combustível de aviação, aumentaria o custo do combustível em cerca de US$ 1 o galão, bem dentro da faixa de flutuações sazonais de preços, disse Pacala.

Vamos acompanhar, e torcer.




https://www.washingtonpost.com/climate-solutions/2021/09/08/co2-capture-plan-iceland-climeworks/?utm_campaign=wp_post_most&utm_medium=email&utm_source=newsletter&wpisrc=nl_most&carta-url=https%3A%2F%2Fs2.washingtonpost.com%2Fcar-ln-tr%2F349fc89%2F613a32199d2fda26274e18eb%2F60d62404ade4e20d1408decb%2F36%2F74%2F613a32199d2fda26274e18eb;


 

England’s ancient oak trees dying in extreme hot and dry weather. Woodland Trust says trees struggling in drought stress, with older ‘survivors’ disproportionately affected

The Major oak with supporting poles in Sherwood Forest: ‘One of the main reasons that tree died is because of these extreme weather condit...