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Saturday, May 4, 2024

(Antarctic Melting) - Temporais no RS deixam 100 mortos e 128 desaparecidos - Tragédia no Rio Grande do Sul deixa clara a necessidade de discutir como mitigar e se adaptar às mudanças climáticas

 






 Antarctic Melts







SITUAÇÃO NO RS APÓS AS CHUVAS 05/05/2024

  • 66 mortes
  • 101 desaparecidos
  • 155 feridos
  • 707.190 pessoas afetadas
  • 15.192 desabrigados
  • 80.573 desalojados
  • 418 mil imóveis sem energia
  • 1 milhão de imóveis sem água



Estado, que tem sofrido ora com tempestades e ora com estiagens, precisa de ajuda emergencial, mas também para ações preventivas
Por Míriam Leitão

02/05/2024 10h58  Atualizado há um dia

Uma visão aérea mostra áreas inundadas na cidade de Encantado, Rio Grande do Sul: Mais de 10 pessoas morreram em enchentes causadas por chuvas torrenciais — Foto: Gustavo Ghisleni / AFP



O Rio Grande do Sul tem sofrido de forma contundente com os extremos climáticos. Neste momento são as chuvas, mas como me lembrou o próprio governador Eduardo Leite, numa conversa recente, nos últimos anos o estado foi vítima de três estiagens que levaram a uma queda da produção de grãos de 40%. E aí depois vieram as tempestades, em setembro passado, que agora se repetem em um cenário de ainda maior gravidade.



Governo do Rio Grande do Sul declara estado de calamidade pública: Decreto foi publicado na noite de quarta-feira, no Diário Oficial, e permanecerá em vigor por 180 dias
Dez mortos pelas chuvas no RS: cenário é de piora e 'gravidade extrema' para os próximos dias, apontam meteorologistas



Quando se fala em mudanças climáticas, há dois pontos importantes: mitigação e adaptação. A adaptação é exatamente esse esforço de encontrar formas de proteger a população, diante da perspectiva de desastres climáticos. E essa é uma tarefa de todos, da defesa civil de todo o Brasil, dos planejadores urbanos, dos administradores, é um trabalho coletivo que tem que ser feito, não pode mais ser adiado.

Os últimos anos no Rio Grande do Sul foram difíceis, o que demanda uma atenção extra com o estado. Do ponto de vista da economia, o Rio Grande do Sul tem feito um trabalho muito bom. O governador Eduardo Leite, vêm colocando em ordem as contas públicas, mas as tragédias climáticas frequentes impõem um desafio extra não só pelo lado da economia, mas pelo humano. Os relatos são dramáticos, há quem perdeu em menos de um ano, por conta da chuva, duas vezes tudo o que tinha em casa.


O Rio Grande do Sul precisa de ajuda do governo federal para apoiar tanto o resgate dos moradores em risco, quanto as ações preventivas, afinal como todos sabemos os efeitos das mudanças climáticas devem se agravar.




Friday, February 3, 2023

56% das indústrias querem migrar para o mercado livre de energia.

 Pesquisa da CNI afirma que economia seria de 15% a 20% na conta de luz; migração é permitida a partir de janeiro de 2024.



 LAIS CARREGOSA 3.fev.2023 (sexta-feira) - 0h02
 
 Mais da metade das indústrias desejam migrar para o mercado livre de energia a partir de janeiro de 2024, segundo pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgada nesta 6ª feira (3.fev.2023).

 São 56% das empresas que estão hoje no mercado cativo em alta tensão. Em setembro de 2022, o governo publicou uma portaria que abriu o mercado para os consumidores do grupo A, em tensão maior que 2,3 KV (quilovolts). 

 Já era possível comprar energia no mercado livre desde 1996, mas somente para quem consumia carga acima de 1.000 kW (quilowatts) .
A portaria abriu o mercado para todas as indústrias em alta tensão, independentemente da carga consumida, a partir de 1º de janeiro de 2024.

 A pesquisa da CNI com 2.016 empresas de pequeno, médio e grande porte mostra que 59% das empresas de grande porte compram energia diretamente do produtor ou comercializador, no mercado livre. Entre as empresas de médio porte, 25% estão no mercado livre. O percentual cai para 6% entre as de pequeno porte. 

 Já as empresas que usam o mercado cativo –ou seja, que compram da distribuidora local de energia—são 57% das de médio porte e 70% das de pequeno. 

 “O momento é de preparação por parte dessas empresas para a migração. 2023 será́ um ano para estudar o mercado, planejar e fazer contas sobre a viabilidade de ingressar no mercado livre. A estimativa é de que 45.000 indústrias têm condições de migrar a partir de 2024”, afirmou o especialista em energia da CNI, Roberto Wagner Pereira. 

 A CNI estima uma redução potencial de 15% a 20% na conta de luz das empresas com o ingresso no mercado livre. A eletricidade é o principal insumo energético da indústria.

 Segundo a confederação, 78% das empresas usam eletricidade, seguida de óleo diesel (4%), gás natural (4%); lenha (3%) e bagaço de cana (2%). Mais de 70% das empresas afirmaram sentir o impacto da alta nas tarifas de energia em 2022. 

 De acordo com a pesquisa, as despesas com energia significaram aumento de 13% no custo total de produção nos últimos 12 meses. O aumento varia de 12%, para as grandes empresas, a 14% e 15% para médias e pequenas, nessa ordem. As indústrias também sentiram o impacto do aumento de outros insumos energéticos, que representaram aumento médio de 22% no custo de produção. A mais afetada foi a indústria extrativista, que viu o preço do diesel aumentar os custos com frete.





Monday, April 27, 2020

Economia

Com essa crise do Corona vírus toda macroeconomia ficou estagnada. Quando sairmos dessa epidemia, devemos manter os juros baixos e incentivar as exportações entre outras atitudes.

Saturday, April 14, 2012

Grupo Latin Sports





-O brasileiro adora esportes. Se for futebol, então...

Dessa forma, a pessoa interessada em abrir uma empresa pode encontrar neste segmento ótimas oportunidades, principalmente porque o País sediará dois eventos do porte da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Antes de mais nada, porém, é preciso o de sempre: planejamento, foco no desenvolvimento da ideia, inovação e diferenciação e, mais do que nunca, afinidade com o tipo de empresa que se pretende abrir.

 CORRIDA DE RUA VIRA OPÇÃO DE NEGÓCIO
Em 2000, ao identificar o potencial de crescimento das corridas de rua no País, quatro sócios criaram o Grupo Latin – uma agência que faz das provas um veículo de divulgação de grandes marcas. Beneficiada pela popularização do esporte (que reúne mais de 4,5 milhões de praticantes no Brasil), a empresa conseguiu faturar R$ 22 milhões em 2010.

O Grupo Latin, por exemplo, transformou companhias como Caixa Econômica Federal, Volkswagen e NET em patrocinadores de provas de rua. Agora, para aproveitar melhor a carteira de clientes que conquistou, passa a oferecer às empresas outros tipos de ações promocionais.

A estratégia de expansão do grupo respeita uma lógica simples: não deixar as oportunidades escaparem. E a regra é seguida desde sua fundação.
Nos anos 90, o administrador de empresas Carlos Galvão participou da prova de triatlo Ironman Brasil e percebeu que, embora fosse renomado entre os triatletas, o evento reunia apenas 200 participantes. “Eu enxergava erros na organização e estimava que, com algumas mudanças, seria possível chegar a mil participantes em cinco anos”, afirma o empresário. “Vislumbrei ali a chance de criar uma empresa que atuasse no ramo.”
Realizar o Ironman Brasil em uma cidade que tivesse infraestrutura adequada, oferecer conforto aos atletas e um material esportivo de qualidade eram as medidas que Galvão pretendia tomar para atrair um público mais qualificado para o evento. Funcionou. Em três anos, a meta de conquistar mil participantes foi atingida.
Para executar o plano, Galvão contou com a ajuda de Carlos Alberto Azevedo, Frederico Azevedo e Frederico Wagner. Os três empresários, além de sócios da empresa de moda esportiva Track & Field, eram também seus amigos de infância. Juntos, os quatro criaram o Grupo Latin, usaram sua rede de relacionamentos para chegar ao detentor da marca Ironman e abocanharam o contrato de organização do evento no Brasil.
Naquele evento, os sócios perceberam que era bom negócio transformar consumidores da classe A e B em atletas de rua. Com este perfil de participantes, as provas organizadas pelo Grupo Latin se tornaram atraentes aos patrocinadores. “Por mirar esse público, conseguimos chamar a atenção de anunciantes de grande porte”, explica Galvão.
Em 2011, a agência deverá organizar 34 eventos esportivos que contarão com a participação de 65 mil pessoas. “Como criamos um bom relacionamento com os patrocinadores ao longo desses 11 anos, decidimos ampliar nosso portfólio para atender essas empresas em qualquer tipo de ação promocional que elas fizerem”, justifica Galvão.

No novo mercado, a disputa será mais acirrada. A agência passará a trabalhar em áreas em que ainda não possui experiência. “Mas a empresa não tem nada a perder”, avalia José Roberto Martins, consultor especializado em gestão de marcas. “Afinal, estender a atuação do negócio para áreas correlatas é uma estratégia de expansão que apresenta poucos riscos para empresas que vendem direto para outras empresas. A marca fica preservada”, analisa o especialista.





Grupo Latin Sports





-O brasileiro adora esportes. Se for futebol, então...

Dessa forma, a pessoa interessada em abrir uma empresa pode encontrar neste segmento ótimas oportunidades, principalmente porque o País sediará dois eventos do porte da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Antes de mais nada, porém, é preciso o de sempre: planejamento, foco no desenvolvimento da ideia, inovação e diferenciação e, mais do que nunca, afinidade com o tipo de empresa que se pretende abrir.

 CORRIDA DE RUA VIRA OPÇÃO DE NEGÓCIO
Em 2000, ao identificar o potencial de crescimento das corridas de rua no País, quatro sócios criaram o Grupo Latin – uma agência que faz das provas um veículo de divulgação de grandes marcas. Beneficiada pela popularização do esporte (que reúne mais de 4,5 milhões de praticantes no Brasil), a empresa conseguiu faturar R$ 22 milhões em 2010.

O Grupo Latin, por exemplo, transformou companhias como Caixa Econômica Federal, Volkswagen e NET em patrocinadores de provas de rua. Agora, para aproveitar melhor a carteira de clientes que conquistou, passa a oferecer às empresas outros tipos de ações promocionais.

A estratégia de expansão do grupo respeita uma lógica simples: não deixar as oportunidades escaparem. E a regra é seguida desde sua fundação.
Nos anos 90, o administrador de empresas Carlos Galvão participou da prova de triatlo Ironman Brasil e percebeu que, embora fosse renomado entre os triatletas, o evento reunia apenas 200 participantes. “Eu enxergava erros na organização e estimava que, com algumas mudanças, seria possível chegar a mil participantes em cinco anos”, afirma o empresário. “Vislumbrei ali a chance de criar uma empresa que atuasse no ramo.”
Realizar o Ironman Brasil em uma cidade que tivesse infraestrutura adequada, oferecer conforto aos atletas e um material esportivo de qualidade eram as medidas que Galvão pretendia tomar para atrair um público mais qualificado para o evento. Funcionou. Em três anos, a meta de conquistar mil participantes foi atingida.
Para executar o plano, Galvão contou com a ajuda de Carlos Alberto Azevedo, Frederico Azevedo e Frederico Wagner. Os três empresários, além de sócios da empresa de moda esportiva Track & Field, eram também seus amigos de infância. Juntos, os quatro criaram o Grupo Latin, usaram sua rede de relacionamentos para chegar ao detentor da marca Ironman e abocanharam o contrato de organização do evento no Brasil.
Naquele evento, os sócios perceberam que era bom negócio transformar consumidores da classe A e B em atletas de rua. Com este perfil de participantes, as provas organizadas pelo Grupo Latin se tornaram atraentes aos patrocinadores. “Por mirar esse público, conseguimos chamar a atenção de anunciantes de grande porte”, explica Galvão.
Em 2011, a agência deverá organizar 34 eventos esportivos que contarão com a participação de 65 mil pessoas. “Como criamos um bom relacionamento com os patrocinadores ao longo desses 11 anos, decidimos ampliar nosso portfólio para atender essas empresas em qualquer tipo de ação promocional que elas fizerem”, justifica Galvão.

No novo mercado, a disputa será mais acirrada. A agência passará a trabalhar em áreas em que ainda não possui experiência. “Mas a empresa não tem nada a perder”, avalia José Roberto Martins, consultor especializado em gestão de marcas. “Afinal, estender a atuação do negócio para áreas correlatas é uma estratégia de expansão que apresenta poucos riscos para empresas que vendem direto para outras empresas. A marca fica preservada”, analisa o especialista.





Wildfire now nine miles from French city of Bordeaux, mayor warns

  Firefighters in Gironde are facing an "unprecedented" situation as they battle a blaze that "has a life of its own", ...