Cada vez mais empresas multinacionais apostam na produção sustentável do polietileno, o plástico mais consumido do mundo. A indústria química vem gradativamente substituindo a matéria-prima fóssil empregada na produção, por fontes renováveis, como é o caso do etanol de cana-de-açúcar. O tema foi abordado nesta terça-feira (02/06/2009), no segundo dia Ethanol Summit 2009, durante a realização do painel “Plásticos Verdes: Nova Fronteira do Etanol”, que reuniu o presidente da Braskem, Bernardo Gradin, e os diretores das empresas DOW Rohm and Hass e PHB industrial, Diego Donoso e Sylvio Ortega Filho, respectivamente. “Para cada quilo de plástico renovável que produzimos, evitamos a emissão de 2,5 quilos de CO2 na atmosfera, considerando toda a cadeia de produção, desde a plantação da cana até a fabricação do polietileno verde.”, destaca o CEO da Braskem. Além disso, segundo Gradin, outra grande vantagem é a de que o produto pode ser reciclado. Segundo o executivo da empresa, o plástico renovável está despertando interesse de corporações globais em áreas como as de alimentos, cosméticos, higiene e limpeza. Gradin revelou que a meta da Brasken para 2010 é produzir 200 mil toneladas de plástico “verde” por ano, o que exigirá a utilização de 450 milhões de litros de etanol. De acordo com Diego Donoso, da DOW Rohm and Hass, além de ser 100% reciclável, o plástico feito de etanol também pode ser convertido em diesel. “Existe um imenso potencial energético nos lixões das grandes cidades”, observa. Mesmo sendo líder mundial na produção de polietileno verde, a DOW Rohm and Hass quer inovar ainda mais. “Estamos investindo para na fabricação de plásticos “verdes” mais flexíveis, produzindo embalagens maleáveis, como por exemplo, pacotes de fraldas e xampus.”, observa. A evolução tecnológica também vem possibilitando transformar açúcar em polihidroxibutirato (PHB), um plástico que além de reciclável também é biodegradável. É o que já vem fazendo a PHB Industrial, empresa especializada na produção e transformação de biomassa em produtos para a indústria química. Ligada à usina da Pedra, associada da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), a PHB mantém uma unidade sediada em Serrana, no interior do Estado de São Paulo, onde são produzidas 50 toneladas de PHB por ano. “Este número deverá crescer para 36 mil toneladas/ano até 2011” ressalta o diretor da empresa, Sylvio Ortega.
Greenhouse Effect - Climate Change - 氣候變化 - 温室効果 - Mudanças Climáticas
Wednesday, June 3, 2009
Setor químico aposta cada vez mais na produção de plástico de etanol
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