Saturday, April 14, 2012

Grupo Latin Sports





-O brasileiro adora esportes. Se for futebol, então...

Dessa forma, a pessoa interessada em abrir uma empresa pode encontrar neste segmento ótimas oportunidades, principalmente porque o País sediará dois eventos do porte da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Antes de mais nada, porém, é preciso o de sempre: planejamento, foco no desenvolvimento da ideia, inovação e diferenciação e, mais do que nunca, afinidade com o tipo de empresa que se pretende abrir.

 CORRIDA DE RUA VIRA OPÇÃO DE NEGÓCIO
Em 2000, ao identificar o potencial de crescimento das corridas de rua no País, quatro sócios criaram o Grupo Latin – uma agência que faz das provas um veículo de divulgação de grandes marcas. Beneficiada pela popularização do esporte (que reúne mais de 4,5 milhões de praticantes no Brasil), a empresa conseguiu faturar R$ 22 milhões em 2010.

O Grupo Latin, por exemplo, transformou companhias como Caixa Econômica Federal, Volkswagen e NET em patrocinadores de provas de rua. Agora, para aproveitar melhor a carteira de clientes que conquistou, passa a oferecer às empresas outros tipos de ações promocionais.

A estratégia de expansão do grupo respeita uma lógica simples: não deixar as oportunidades escaparem. E a regra é seguida desde sua fundação.
Nos anos 90, o administrador de empresas Carlos Galvão participou da prova de triatlo Ironman Brasil e percebeu que, embora fosse renomado entre os triatletas, o evento reunia apenas 200 participantes. “Eu enxergava erros na organização e estimava que, com algumas mudanças, seria possível chegar a mil participantes em cinco anos”, afirma o empresário. “Vislumbrei ali a chance de criar uma empresa que atuasse no ramo.”
Realizar o Ironman Brasil em uma cidade que tivesse infraestrutura adequada, oferecer conforto aos atletas e um material esportivo de qualidade eram as medidas que Galvão pretendia tomar para atrair um público mais qualificado para o evento. Funcionou. Em três anos, a meta de conquistar mil participantes foi atingida.
Para executar o plano, Galvão contou com a ajuda de Carlos Alberto Azevedo, Frederico Azevedo e Frederico Wagner. Os três empresários, além de sócios da empresa de moda esportiva Track & Field, eram também seus amigos de infância. Juntos, os quatro criaram o Grupo Latin, usaram sua rede de relacionamentos para chegar ao detentor da marca Ironman e abocanharam o contrato de organização do evento no Brasil.
Naquele evento, os sócios perceberam que era bom negócio transformar consumidores da classe A e B em atletas de rua. Com este perfil de participantes, as provas organizadas pelo Grupo Latin se tornaram atraentes aos patrocinadores. “Por mirar esse público, conseguimos chamar a atenção de anunciantes de grande porte”, explica Galvão.
Em 2011, a agência deverá organizar 34 eventos esportivos que contarão com a participação de 65 mil pessoas. “Como criamos um bom relacionamento com os patrocinadores ao longo desses 11 anos, decidimos ampliar nosso portfólio para atender essas empresas em qualquer tipo de ação promocional que elas fizerem”, justifica Galvão.

No novo mercado, a disputa será mais acirrada. A agência passará a trabalhar em áreas em que ainda não possui experiência. “Mas a empresa não tem nada a perder”, avalia José Roberto Martins, consultor especializado em gestão de marcas. “Afinal, estender a atuação do negócio para áreas correlatas é uma estratégia de expansão que apresenta poucos riscos para empresas que vendem direto para outras empresas. A marca fica preservada”, analisa o especialista.





Grupo Latin Sports





-O brasileiro adora esportes. Se for futebol, então...

Dessa forma, a pessoa interessada em abrir uma empresa pode encontrar neste segmento ótimas oportunidades, principalmente porque o País sediará dois eventos do porte da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Antes de mais nada, porém, é preciso o de sempre: planejamento, foco no desenvolvimento da ideia, inovação e diferenciação e, mais do que nunca, afinidade com o tipo de empresa que se pretende abrir.

 CORRIDA DE RUA VIRA OPÇÃO DE NEGÓCIO
Em 2000, ao identificar o potencial de crescimento das corridas de rua no País, quatro sócios criaram o Grupo Latin – uma agência que faz das provas um veículo de divulgação de grandes marcas. Beneficiada pela popularização do esporte (que reúne mais de 4,5 milhões de praticantes no Brasil), a empresa conseguiu faturar R$ 22 milhões em 2010.

O Grupo Latin, por exemplo, transformou companhias como Caixa Econômica Federal, Volkswagen e NET em patrocinadores de provas de rua. Agora, para aproveitar melhor a carteira de clientes que conquistou, passa a oferecer às empresas outros tipos de ações promocionais.

A estratégia de expansão do grupo respeita uma lógica simples: não deixar as oportunidades escaparem. E a regra é seguida desde sua fundação.
Nos anos 90, o administrador de empresas Carlos Galvão participou da prova de triatlo Ironman Brasil e percebeu que, embora fosse renomado entre os triatletas, o evento reunia apenas 200 participantes. “Eu enxergava erros na organização e estimava que, com algumas mudanças, seria possível chegar a mil participantes em cinco anos”, afirma o empresário. “Vislumbrei ali a chance de criar uma empresa que atuasse no ramo.”
Realizar o Ironman Brasil em uma cidade que tivesse infraestrutura adequada, oferecer conforto aos atletas e um material esportivo de qualidade eram as medidas que Galvão pretendia tomar para atrair um público mais qualificado para o evento. Funcionou. Em três anos, a meta de conquistar mil participantes foi atingida.
Para executar o plano, Galvão contou com a ajuda de Carlos Alberto Azevedo, Frederico Azevedo e Frederico Wagner. Os três empresários, além de sócios da empresa de moda esportiva Track & Field, eram também seus amigos de infância. Juntos, os quatro criaram o Grupo Latin, usaram sua rede de relacionamentos para chegar ao detentor da marca Ironman e abocanharam o contrato de organização do evento no Brasil.
Naquele evento, os sócios perceberam que era bom negócio transformar consumidores da classe A e B em atletas de rua. Com este perfil de participantes, as provas organizadas pelo Grupo Latin se tornaram atraentes aos patrocinadores. “Por mirar esse público, conseguimos chamar a atenção de anunciantes de grande porte”, explica Galvão.
Em 2011, a agência deverá organizar 34 eventos esportivos que contarão com a participação de 65 mil pessoas. “Como criamos um bom relacionamento com os patrocinadores ao longo desses 11 anos, decidimos ampliar nosso portfólio para atender essas empresas em qualquer tipo de ação promocional que elas fizerem”, justifica Galvão.

No novo mercado, a disputa será mais acirrada. A agência passará a trabalhar em áreas em que ainda não possui experiência. “Mas a empresa não tem nada a perder”, avalia José Roberto Martins, consultor especializado em gestão de marcas. “Afinal, estender a atuação do negócio para áreas correlatas é uma estratégia de expansão que apresenta poucos riscos para empresas que vendem direto para outras empresas. A marca fica preservada”, analisa o especialista.





Tuesday, March 20, 2012

Ciclismo e saúde





Ciclismo e saúde



Antes de praticar qualquer atividade física você deve procurar a orientação de um profissional." BICICLETA ADEQUADA TRAZBENEFÍCIOS À SAÚDE "  
A prática do ciclismo dá ao coração uma grande reserva de potência, e por isso é considerado o desporto mais eficaz para a prevenção de problemas cardíacos. Além desse benefício, pesquisas médicas constataram que o uso regular da bicicleta proporciona numerosas vantagens à saúde.
A bicicleta funciona com agente libertador, ampliando o universo dos que utilizam. Despendendo a mesma energia e praticamente no mesmo tempo, o ciclista pode atingir distâncias até dez vezes maiores do que se estivesse caminhando.
Como agente estimulador, o ciclismo tem demonstrado um sensível aumento na produção de hormônios, como o crescimento, imprescindível para os jovens. Andar de bicicleta estimula a "Glândula Hipófise",
localizada na base do cérebro, fazendo-a aumentar de cinco a sete vezes o volume de secreção do hormônio do crescimento em relação à outros métodos.
Muito importante também é a contribuição do ciclismo como agente preventivo. O uso diário da bicicleta é uma das armas contra a obesidade, pelo simples aumento dos gastos calóricos. Da mesma forma, previne contra os vícios de postura porque, além da ativação dos membros inferiores, fortalece a musculatura como um todo, incluindo membros superiores, tronco e pescoço.
A ação preventiva do ciclismo ajuda, ainda a evitar ou controlar doenças do tipo metabólico, como o excesso de açúcar no sangue:, problemas cardíacos, por fortalecer a musculatura do coração e a Osteoporose é um processo gradativo de redução da quantidade de cálcio e fósforo do sistema ósseo, que ocorre em um apreciável número de pessoas, especialmente após os 45 anos de idade, tornando-se rarefeito e menos resistente.
Por simples prazer ou por conscientização desses benefícios que a bicicleta proporciona, é comum ver locais aprazíveis e seguros cada vez mais repletos de ciclistas, em fins de semana ou mesmo em dias úteis.
Mãos
  • Sintomas: Dormência e/ou perda de força nas mãos (Neuropatia Ulnar).
  • Causas: Excessiva pressão das mãos sobre o guiador.
  • Solução:
    1. Use luvas de ciclista, com as palmas estofadas e/ou coloque fita estofada no guiador
    2. Mude a posição das mãos com freqüência ao andar.
Região Lombar
  • Sintomas: Rigidez; dolorido
  • Causas:
    1. Ficar muito tempo curvado sobre o guiador.
    2. Guiador muito baixo em relação ao selim.
    3. Espigão do guiador longo demais.
    4. Uma perna maior/menor que a outra.
  • Soluções:
    1. Estique o corpo antes andar, mude freqüentemente de posição e faça " sit-ups " com os joelhos dobrados, para fortalecer os músculos das costas.
    2. Levante o guiador até uma polegada abaixo do selim.
    3. Substitua o suporte por outro do tamanho certo. Ao andar com as mãos nas calotas da alavanca de freio e olhar para baixo, o guiador deve ocultar o cubo dianteiro.
    4. Ponha um calço entre a presilha e o calçado da perna menor, ou então peça a um pediatra para fazer uma sola ortótica.
Olhos
  • Sintoma: Cansaço; secura
  • Causas:
    1. Exposição excessiva à radiação ultravioleta.
    2. vento nos olhos e/ou pouca lubrificação por lágrima.
  • Soluções:
    1. Use óculos de sol, com lentes à prova de choque e capazes de deter um alto grau de raios ultravioleta.
    2. Use óculos de sol do tipo que rodeiam a cabeça e/ou use colírio.
Pés
  • Sintomas: Queimação ou dormência na bola do pé ( pé quente ).
  • Causas:
    1. Calçado apertado.
    2. Solas rígidas de plástico.
    3. faixas de pé apertadas.
    4. Pés inchados.
  • Soluções:
    1. Coloque uma palmilha fina e elástica.
    2. Mantenha as faixas frouxas a não ser em subidas e em altas velocidades
    3. Afrouxe os laços do calçados e das faixas, ao menor sinal de desconforto.
Ombros
  • Sintomas: Rígidos; doloridos
  • Causas:
    1. Andar com os ombros presos.
    2. Largura inadequada do guiador.
    3. Pouca altura ou comprimento do espigão do guiador.
  • Soluções:
    1. Mantenha os cotovelos dobrados e frouxos, para absorver melhor os choques da estrada.
    2. Substitua por um guiador de dimensões corretas. A largura da barra deve ser a mesma que dos ombros.
    3. Substitua por um suporte com comprimento e altura adequados ( Veja Região Lombar ).
Pescoço
  • Sintomas: Rigidez; dor
  • Causas:
    1. Capacete apertado.
    2. Cabeça fixa por muito tempo.
    3. Posição de pedalar muita baixa.
  • Soluções:
    1. Use um capacete moderno e leve, dentro dos padrões de segurança.
    2. de tempo em tempo, abaixe e gire a cabeça.
    3. Aumente a altura do guiador ou substitua por um suporte mais curto.
Coxas
  • Sintomas: desconforto; cãibras
  • Causas:
    1. Muito esforço ou muito tempo ao pedalar.
    2. Falta de treino ou de líquido.
  • Soluções:
    1. Diminua o ritmo para relaxar; depois massageie os músculos.
    2. Aumente a distância e a intensidade aos poucos e tome líquidos com freqüência ao andar.
Nádegas
  • Sintomas: Desconforto: dor causada pelo selim; esfolação
  • Causas:
    1. Pouco tempo no selim e/ou sela muito estreita, ou muito larga ou muito dura.
    2. Altura do selim inadequada.
    3. Equipamento inadequado.
    4. Falta de higiene.
  • Soluções:
    1. Aumente a quilometragem aos poucos e/ou substitua o selim por um que se encaixe na sua anatomia. As mulheres podem requerer um selim mais largo. Uma almofada de selim pode ajudar também.
    2. A medida do topo do selim até a metade do eixo da manivela deve ser 88.5% do comprimento da costura lateral da perna, medida do entreperna até o assoalho, estando de pés descalços. Altura inadequada provoca movimento excessivo e fricção ao pedalar.
    3. Use calções com retângulos variados com estofamento no entrepernas ( Chamois )
    4. Lave a área da virilha antes de toda corrida; lave os calções após toda a corrida.
Joelhos
  • Sintomas: Rigidez; dores
  • Causas:
    1. Pedalando a uma marcha muito grande.
    2. Aumento muito rápido de quilometragem.
    3. Posição inadequada da presilha do pé.
    4. Altura do selim inadequada.
    5. roupas impróprias
  • Soluções:
    1. Aprenda a andar em marchas moderadas, numa rápida cadência de mais de 90 rpm.
    2. Aumente kilometragem e intensidade apenas cerca de 10%, por semana, no começo de cada temporada.
    3. Coloque os presilhas de forma a conservar o alinhamento dos pés e coloque a bola do pé em cima do eixo do pedal.
    4. Ajuste o selim.
    5. Use colants ou aquecimento nas pernas quando a temperatura estiver abaixo de 15%.
. Cintura
  • Sintomas: Dor lateral ou "pontada "
  • Causas: Pouco oxigênio nos músculos, usados para respiração intensa.
  • Soluções: Reduza a intensidade do esforço físico e/ou massage de leve a região para aumentar o fluxo sangüíneo.
Tornozelos
  • Sintomas: Parte traseira do tornozelo sensível ( Achilles Tendinitis ).
  • Causas:
    1. Aquecimento inadequado.
    2. Subida em marcha muito grande.
    3. Altura do selim ou posição das presilhas do pé inadequadas.
  • Soluções:
    1. Estique-se antes de andar; comece a rodar devagar, especialmente quando frio.
    2. Use marchas baixas para subida.
    3. Ajuste a altura do selim e a posição das presilhas.
Quadris
  • Sintomas: Dor crônica; contusão
  • Causas:
    1. Altura do selim inadequada ou perna mais curta.
    2. Acidente.
  • Soluções:
    1. Ajuste a altura do selim; coloque uma palmilha ou um calço entre o calçado e a presilha ou faça um calçado especial.
    2. Tome um remédio anti-inflamatório e sedativo ( Aspirina ) e aplique gelo devagar; melhore habilidade de andar
Triceps
  • Sintomas: Dores musculares; fraqueza
  • Causas:
    1. Condicionamento insuficiente.
    2. Distância do guiador excessiva.
    3. Posição rígida de pedalar.
  • Soluções:
    1. Faça exercícios ou estiramento do triceps com pesos para aumentar a força muscular.
    2. Coloque um espigão do guiador mais curto.
    3. Troque a posição do braço e da mão com freqüência.
Braços e Pernas
  • Sintomas: Erupção cutânea causada por fricção
  • Causas: Colisão
  • Soluções: Limpe o ferimento e cubra-o com uma pomada antibiótico e gaze, que deve ser trocada todos os dias; melhore suas habilidades de dirigir.
Pele
  • Sintomas: Queimaduras; câncer de pele
  • Causas: Super-exposição aos raios solares ultravioleta
  • Soluções:
    1. Use um protetor solar com um fator de, no mínimo, 15.
    2. Cubra as partes queimadas com um visor, colant ou malha de manga longa para evitar danos maiores; consulte um médico a respeito de lesões e manchas duvidosas.
Como qualquer atividade física, o ciclismo pode causar pequenas dores e sensibilidade de partes afetadas, especialmente para quem começa a andar. Geralmente, o desconforto acaba conforme a pessoa se acostuma a andar. Às vezes, porém, ele continua devido a posições impróprias ou técnicas erradas. Este guia prático o auxiliará a identificar as causas e os remédios.

Ciclismo e saúde





Ciclismo e saúde



Antes de praticar qualquer atividade física você deve procurar a orientação de um profissional.
" BICICLETA ADEQUADA TRAZ
BENEFÍCIOS À SAÚDE "
 
 
A prática do ciclismo dá ao coração uma grande reserva de potência, e por isso é considerado o desporto mais eficaz para a prevenção de problemas cardíacos. Além desse benefício, pesquisas médicas constataram que o uso regular da bicicleta proporciona numerosas vantagens à saúde.
A bicicleta funciona com agente libertador, ampliando o universo dos que utilizam. Despendendo a mesma energia e praticamente no mesmo tempo, o ciclista pode atingir distâncias até dez vezes maiores do que se estivesse caminhando.
Como agente estimulador, o ciclismo tem demonstrado um sensível aumento na produção de hormônios, como o crescimento, imprescindível para os jovens. Andar de bicicleta estimula a "Glândula Hipófise",
localizada na base do cérebro, fazendo-a aumentar de cinco a sete vezes o volume de secreção do hormônio do crescimento em relação à outros métodos.
Muito importante também é a contribuição do ciclismo como agente preventivo. O uso diário da bicicleta é uma das armas contra a obesidade, pelo simples aumento dos gastos calóricos. Da mesma forma, previne contra os vícios de postura porque, além da ativação dos membros inferiores, fortalece a musculatura como um todo, incluindo membros superiores, tronco e pescoço.
A ação preventiva do ciclismo ajuda, ainda a evitar ou controlar doenças do tipo metabólico, como o excesso de açúcar no sangue:, problemas cardíacos, por fortalecer a musculatura do coração e a Osteoporose é um processo gradativo de redução da quantidade de cálcio e fósforo do sistema ósseo, que ocorre em um apreciável número de pessoas, especialmente após os 45 anos de idade, tornando-se rarefeito e menos resistente.
Por simples prazer ou por conscientização desses benefícios que a bicicleta proporciona, é comum ver locais aprazíveis e seguros cada vez mais repletos de ciclistas, em fins de semana ou mesmo em dias úteis.
Mãos
  • Sintomas: Dormência e/ou perda de força nas mãos (Neuropatia Ulnar).
  • Causas: Excessiva pressão das mãos sobre o guiador.
  • Solução:
    1. Use luvas de ciclista, com as palmas estofadas e/ou coloque fita estofada no guiador
    2. Mude a posição das mãos com freqüência ao andar.
Região Lombar
  • Sintomas: Rigidez; dolorido
  • Causas:
    1. Ficar muito tempo curvado sobre o guiador.
    2. Guiador muito baixo em relação ao selim.
    3. Espigão do guiador longo demais.
    4. Uma perna maior/menor que a outra.
  • Soluções:
    1. Estique o corpo antes andar, mude freqüentemente de posição e faça " sit-ups " com os joelhos dobrados, para fortalecer os músculos das costas.
    2. Levante o guiador até uma polegada abaixo do selim.
    3. Substitua o suporte por outro do tamanho certo. Ao andar com as mãos nas calotas da alavanca de freio e olhar para baixo, o guiador deve ocultar o cubo dianteiro.
    4. Ponha um calço entre a presilha e o calçado da perna menor, ou então peça a um pediatra para fazer uma sola ortótica.
Olhos
  • Sintoma: Cansaço; secura
  • Causas:
    1. Exposição excessiva à radiação ultravioleta.
    2. vento nos olhos e/ou pouca lubrificação por lágrima.
  • Soluções:
    1. Use óculos de sol, com lentes à prova de choque e capazes de deter um alto grau de raios ultravioleta.
    2. Use óculos de sol do tipo que rodeiam a cabeça e/ou use colírio.
Pés
  • Sintomas: Queimação ou dormência na bola do pé ( pé quente ).
  • Causas:
    1. Calçado apertado.
    2. Solas rígidas de plástico.
    3. faixas de pé apertadas.
    4. Pés inchados.
  • Soluções:
    1. Coloque uma palmilha fina e elástica.
    2. Mantenha as faixas frouxas a não ser em subidas e em altas velocidades
    3. Afrouxe os laços do calçados e das faixas, ao menor sinal de desconforto.
Ombros
  • Sintomas: Rígidos; doloridos
  • Causas:
    1. Andar com os ombros presos.
    2. Largura inadequada do guiador.
    3. Pouca altura ou comprimento do espigão do guiador.
  • Soluções:
    1. Mantenha os cotovelos dobrados e frouxos, para absorver melhor os choques da estrada.
    2. Substitua por um guiador de dimensões corretas. A largura da barra deve ser a mesma que dos ombros.
    3. Substitua por um suporte com comprimento e altura adequados ( Veja Região Lombar ).
Pescoço
  • Sintomas: Rigidez; dor
  • Causas:
    1. Capacete apertado.
    2. Cabeça fixa por muito tempo.
    3. Posição de pedalar muita baixa.
  • Soluções:
    1. Use um capacete moderno e leve, dentro dos padrões de segurança.
    2. de tempo em tempo, abaixe e gire a cabeça.
    3. Aumente a altura do guiador ou substitua por um suporte mais curto.
Coxas
  • Sintomas: desconforto; cãibras
  • Causas:
    1. Muito esforço ou muito tempo ao pedalar.
    2. Falta de treino ou de líquido.
  • Soluções:
    1. Diminua o ritmo para relaxar; depois massageie os músculos.
    2. Aumente a distância e a intensidade aos poucos e tome líquidos com freqüência ao andar.
Nádegas
  • Sintomas: Desconforto: dor causada pelo selim; esfolação
  • Causas:
    1. Pouco tempo no selim e/ou sela muito estreita, ou muito larga ou muito dura.
    2. Altura do selim inadequada.
    3. Equipamento inadequado.
    4. Falta de higiene.
  • Soluções:
    1. Aumente a quilometragem aos poucos e/ou substitua o selim por um que se encaixe na sua anatomia. As mulheres podem requerer um selim mais largo. Uma almofada de selim pode ajudar também.
    2. A medida do topo do selim até a metade do eixo da manivela deve ser 88.5% do comprimento da costura lateral da perna, medida do entreperna até o assoalho, estando de pés descalços. Altura inadequada provoca movimento excessivo e fricção ao pedalar.
    3. Use calções com retângulos variados com estofamento no entrepernas ( Chamois )
    4. Lave a área da virilha antes de toda corrida; lave os calções após toda a corrida.
Joelhos
  • Sintomas: Rigidez; dores
  • Causas:
    1. Pedalando a uma marcha muito grande.
    2. Aumento muito rápido de quilometragem.
    3. Posição inadequada da presilha do pé.
    4. Altura do selim inadequada.
    5. roupas impróprias
  • Soluções:
    1. Aprenda a andar em marchas moderadas, numa rápida cadência de mais de 90 rpm.
    2. Aumente kilometragem e intensidade apenas cerca de 10%, por semana, no começo de cada temporada.
    3. Coloque os presilhas de forma a conservar o alinhamento dos pés e coloque a bola do pé em cima do eixo do pedal.
    4. Ajuste o selim.
    5. Use colants ou aquecimento nas pernas quando a temperatura estiver abaixo de 15%.
. Cintura
  • Sintomas: Dor lateral ou "pontada "
  • Causas: Pouco oxigênio nos músculos, usados para respiração intensa.
  • Soluções: Reduza a intensidade do esforço físico e/ou massage de leve a região para aumentar o fluxo sangüíneo.
Tornozelos
  • Sintomas: Parte traseira do tornozelo sensível ( Achilles Tendinitis ).
  • Causas:
    1. Aquecimento inadequado.
    2. Subida em marcha muito grande.
    3. Altura do selim ou posição das presilhas do pé inadequadas.
  • Soluções:
    1. Estique-se antes de andar; comece a rodar devagar, especialmente quando frio.
    2. Use marchas baixas para subida.
    3. Ajuste a altura do selim e a posição das presilhas.
Quadris
  • Sintomas: Dor crônica; contusão
  • Causas:
    1. Altura do selim inadequada ou perna mais curta.
    2. Acidente.
  • Soluções:
    1. Ajuste a altura do selim; coloque uma palmilha ou um calço entre o calçado e a presilha ou faça um calçado especial.
    2. Tome um remédio anti-inflamatório e sedativo ( Aspirina ) e aplique gelo devagar; melhore habilidade de andar
Triceps
  • Sintomas: Dores musculares; fraqueza
  • Causas:
    1. Condicionamento insuficiente.
    2. Distância do guiador excessiva.
    3. Posição rígida de pedalar.
  • Soluções:
    1. Faça exercícios ou estiramento do triceps com pesos para aumentar a força muscular.
    2. Coloque um espigão do guiador mais curto.
    3. Troque a posição do braço e da mão com freqüência.
Braços e Pernas
  • Sintomas: Erupção cutânea causada por fricção
  • Causas: Colisão
  • Soluções: Limpe o ferimento e cubra-o com uma pomada antibiótico e gaze, que deve ser trocada todos os dias; melhore suas habilidades de dirigir.
Pele
  • Sintomas: Queimaduras; câncer de pele
  • Causas: Super-exposição aos raios solares ultravioleta
  • Soluções:
    1. Use um protetor solar com um fator de, no mínimo, 15.
    2. Cubra as partes queimadas com um visor, colant ou malha de manga longa para evitar danos maiores; consulte um médico a respeito de lesões e manchas duvidosas.
Como qualquer atividade física, o ciclismo pode causar pequenas dores e sensibilidade de partes afetadas, especialmente para quem começa a andar. Geralmente, o desconforto acaba conforme a pessoa se acostuma a andar. Às vezes, porém, ele continua devido a posições impróprias ou técnicas erradas. Este guia prático o auxiliará a identificar as causas e os remédios.

Wednesday, March 14, 2012

Rising Sea Levels Seen as Threat to Coastal U.S.















By



About 3.7 million Americans live within a few feet of high tide and risk being hit by more frequent coastal flooding in coming decades because of the sea level rise caused by global warming, according to new research.

If the pace of the rise accelerates as much as expected, researchers found, coastal flooding at levels that were once exceedingly rare could become an every-few-years occurrence by the middle of this century.

By far the most vulnerable state is Florida, the new analysis found, with roughly half of the nation’s at-risk population living near the coast on the porous, low-lying limestone shelf that constitutes much of that state. But Louisiana, California, New York and New Jersey are also particularly vulnerable, researchers found, and virtually the entire American coastline is at some degree of risk.

“Sea level rise is like an invisible tsunami, building force while we do almost nothing,” said Benjamin H. Strauss, an author, with other scientists, of two new papers outlining the research. “We have a closing window of time to prevent the worst by preparing for higher seas.”

The project on sea level rise led by Dr. Strauss for the nonprofit organization Climate Central appears to be the most elaborate effort in decades to estimate the proportion of the national population at risk from the rising sea. The papers are scheduled for publication on Wednesday by the journal Environmental Research Letters. The work is based on the 2010 census and on improved estimates, compiled by federal agencies, of the land elevation near coastlines and of tidal levels throughout the country.

Climate Central, of Princeton, N.J., was started in 2008 with foundation money to conduct original climate research and also to inform the public about the work of other scientists. For the sea level project, financed entirely by foundations, the group is using the Internet to publish an extensive package of material that goes beyond the scientific papers, specifying risks by community. People can search by ZIP code to get some idea of their own exposure.

While some coastal governments have previously assessed their risk, most have not, and national-level analyses have also been rare. The new package of material may therefore give some communities and some citizens their first solid sense of the threat.

Dr. Strauss said he hoped this would spur fresh efforts to prepare for the ocean’s rise, and help make the public more aware of the risks society is running by pumping greenhouse gases into the air. Scientists say those gases are causing the planet to warm and its land ice to melt into the sea. The sea itself is absorbing most of the extra heat, which causes the water to expand and thus contributes to the rise.

The ocean has been rising slowly and relentlessly since the late 19th century, one of the hallmark indicators that the climate of the earth is changing. The average global rise has been about eight inches since 1880, but the local rise has been higher in some places where the land is also sinking, as in Louisiana and the Chesapeake Bay region.

The rise appears to have accelerated lately, to a rate of about a foot per century, and many scientists expect a further acceleration as the warming of the planet continues. One estimate that communities are starting to use for planning purposes suggests the ocean could rise a foot over the next 40 years, though that calculation is not universally accepted among climate scientists.

The handful of climate researchers who question the scientific consensus about global warming do not deny that the ocean is rising. But they often assert that the rise is a result of natural climate variability, they dispute that the pace is likely to accelerate, and they say that society will be able to adjust to a continuing slow rise.

Myron Ebell, a climate change skeptic at the Competitive Enterprise Institute, a Washington research group, said that “as a society, we could waste a fair amount of money on preparing for sea level rise if we put our faith in models that have no forecasting ability.”

Experts say a few inches of sea level rise can translate to a large incursion by the ocean onto shallow coastlines. Sea level rise has already cost governments and private landowners billions of dollars as they have pumped sand onto eroding beaches and repaired the damage from storm surges.

Insurance companies got out of the business of writing flood insurance decades ago, so much of the risk from sea level rise is expected to fall on the financially troubled National Flood Insurance Program, set up by Congress, or on state insurance pools. Federal taxpayers also heavily subsidize coastal development when the government pays to rebuild infrastructure destroyed in storm surges and picks up much of the bill for private losses not covered by insurance.

For decades, coastal scientists have argued that these policies are foolhardy, and that the nation must begin planning an orderly retreat from large portions of its coasts, but few politicians have been willing to embrace that message or to warn the public of the rising risks.

Organizations like Mr. Ebell’s, even as they express skepticism about climate science, have sided with the coastal researchers on one issue. They argue that Congress should stop subsidizing coastal development, regarding it as a waste of taxpayers’ money regardless of what the ocean might do in the future.

“If people want to build an expensive beach house on the Florida or Carolina coast, they should take their own risk and pay for their own insurance,” Mr. Ebell said.

The new research calculates the size of the population living within one meter, or 3.3 feet, of the mean high tide level, as estimated in a new tidal data set from the National Oceanic and Atmospheric Administration. In the lower 48 states, that zone contains 3.7 million people today, the papers estimate, a figure exceeding 1 percent of the nation’s population.

Under current coastal policies, the population and the value of property at risk in that zone are expected to continue rising.

The land below the 3.3-foot line is expected to be permanently inundated someday, possibly as early as 2100, except in places where extensive fortifications are built to hold back the sea. One of the new papers calculates that long before inundation occurs, life will become more difficult in the low-lying zone because the rising sea will make big storm surges more likely.

Only in a handful of places have modest steps been taken to prepare. New York City is one: Pumps at some sewage stations have been raised to higher elevations, and the city government has undertaken extensive planning. But the city — including substantial sections of Brooklyn, Queens and Staten Island — remains vulnerable, as do large parts of Long Island, Connecticut and New Jersey.

Rising Sea Levels Seen as Threat to Coastal U.S.















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About 3.7 million Americans live within a few feet of high tide and risk being hit by more frequent coastal flooding in coming decades because of the sea level rise caused by global warming, according to new research.

If the pace of the rise accelerates as much as expected, researchers found, coastal flooding at levels that were once exceedingly rare could become an every-few-years occurrence by the middle of this century.

By far the most vulnerable state is Florida, the new analysis found, with roughly half of the nation’s at-risk population living near the coast on the porous, low-lying limestone shelf that constitutes much of that state. But Louisiana, California, New York and New Jersey are also particularly vulnerable, researchers found, and virtually the entire American coastline is at some degree of risk.

“Sea level rise is like an invisible tsunami, building force while we do almost nothing,” said Benjamin H. Strauss, an author, with other scientists, of two new papers outlining the research. “We have a closing window of time to prevent the worst by preparing for higher seas.”

The project on sea level rise led by Dr. Strauss for the nonprofit organization Climate Central appears to be the most elaborate effort in decades to estimate the proportion of the national population at risk from the rising sea. The papers are scheduled for publication on Wednesday by the journal Environmental Research Letters. The work is based on the 2010 census and on improved estimates, compiled by federal agencies, of the land elevation near coastlines and of tidal levels throughout the country.

Climate Central, of Princeton, N.J., was started in 2008 with foundation money to conduct original climate research and also to inform the public about the work of other scientists. For the sea level project, financed entirely by foundations, the group is using the Internet to publish an extensive package of material that goes beyond the scientific papers, specifying risks by community. People can search by ZIP code to get some idea of their own exposure.

While some coastal governments have previously assessed their risk, most have not, and national-level analyses have also been rare. The new package of material may therefore give some communities and some citizens their first solid sense of the threat.

Dr. Strauss said he hoped this would spur fresh efforts to prepare for the ocean’s rise, and help make the public more aware of the risks society is running by pumping greenhouse gases into the air. Scientists say those gases are causing the planet to warm and its land ice to melt into the sea. The sea itself is absorbing most of the extra heat, which causes the water to expand and thus contributes to the rise.

The ocean has been rising slowly and relentlessly since the late 19th century, one of the hallmark indicators that the climate of the earth is changing. The average global rise has been about eight inches since 1880, but the local rise has been higher in some places where the land is also sinking, as in Louisiana and the Chesapeake Bay region.

The rise appears to have accelerated lately, to a rate of about a foot per century, and many scientists expect a further acceleration as the warming of the planet continues. One estimate that communities are starting to use for planning purposes suggests the ocean could rise a foot over the next 40 years, though that calculation is not universally accepted among climate scientists.

The handful of climate researchers who question the scientific consensus about global warming do not deny that the ocean is rising. But they often assert that the rise is a result of natural climate variability, they dispute that the pace is likely to accelerate, and they say that society will be able to adjust to a continuing slow rise.

Myron Ebell, a climate change skeptic at the Competitive Enterprise Institute, a Washington research group, said that “as a society, we could waste a fair amount of money on preparing for sea level rise if we put our faith in models that have no forecasting ability.”

Experts say a few inches of sea level rise can translate to a large incursion by the ocean onto shallow coastlines. Sea level rise has already cost governments and private landowners billions of dollars as they have pumped sand onto eroding beaches and repaired the damage from storm surges.

Insurance companies got out of the business of writing flood insurance decades ago, so much of the risk from sea level rise is expected to fall on the financially troubled National Flood Insurance Program, set up by Congress, or on state insurance pools. Federal taxpayers also heavily subsidize coastal development when the government pays to rebuild infrastructure destroyed in storm surges and picks up much of the bill for private losses not covered by insurance.

For decades, coastal scientists have argued that these policies are foolhardy, and that the nation must begin planning an orderly retreat from large portions of its coasts, but few politicians have been willing to embrace that message or to warn the public of the rising risks.

Organizations like Mr. Ebell’s, even as they express skepticism about climate science, have sided with the coastal researchers on one issue. They argue that Congress should stop subsidizing coastal development, regarding it as a waste of taxpayers’ money regardless of what the ocean might do in the future.

“If people want to build an expensive beach house on the Florida or Carolina coast, they should take their own risk and pay for their own insurance,” Mr. Ebell said.

The new research calculates the size of the population living within one meter, or 3.3 feet, of the mean high tide level, as estimated in a new tidal data set from the National Oceanic and Atmospheric Administration. In the lower 48 states, that zone contains 3.7 million people today, the papers estimate, a figure exceeding 1 percent of the nation’s population.

Under current coastal policies, the population and the value of property at risk in that zone are expected to continue rising.

The land below the 3.3-foot line is expected to be permanently inundated someday, possibly as early as 2100, except in places where extensive fortifications are built to hold back the sea. One of the new papers calculates that long before inundation occurs, life will become more difficult in the low-lying zone because the rising sea will make big storm surges more likely.

Only in a handful of places have modest steps been taken to prepare. New York City is one: Pumps at some sewage stations have been raised to higher elevations, and the city government has undertaken extensive planning. But the city — including substantial sections of Brooklyn, Queens and Staten Island — remains vulnerable, as do large parts of Long Island, Connecticut and New Jersey.

Saturday, March 3, 2012

CICLISMO E SAÚDE


Andar de bicicleta por prazer e lazer, para se sentir bem, gozando a companhia dos amigos, tem um bom argumento: melhoria da saúde física e mental. A prática do ciclismo, tem enormes benefícios para a saúde. 
Aqueles que andam de bicicleta com regularidade procuram-nos menos nas consultas. Muitos daqueles que apresentam mal estar, como dores lombares, sobrecarga ponderal ou risco de doenças cardiovasculares, bem podem investir na sua saúde usando a bicicleta.

Mesmo que se comece numa idade mais avançada efectuando o exercício regularmente, os resultados vão sempre visíveis ao fim de poucas semanas.
O QUE FAZ A BICICLETA PELA SAÚDE?
Óptimo tonificante para coração e aparelho cardiovascular
Se passear de bicicleta de uma forma regular reduzirá o risco de enfarte em 50%. Com o exercício do pedalar, o ritmo cardíaco aumenta e a tensão arterial diminui. Baixa o colesterol, de forma que os vasos sanguíneos venham a ter menos probabilidade de obstrução. Os vasos sanguíneos permanecem flexíveis e saudáveis se movimentar as pernas todos os dias.

Para a máxima eficiência do exercício recomendamos que faça um trabalho de intervalos com mudanças de ritmos frequentes. É o tipo de treino que mais rapidamente tem efeitos na condição física. Aqueça a um ritmo suave, com uma cadência de pedalar alta, alcance o ritmo de rodagem. Depois a cada 15 minutos, intercale aumentos de intensidade de 3 a 4 minutos de duração durante os quais a pulsação ir-se-há alterar consideravelmente (80 a 85% das pulsações máximas).

Compense com alguns exercícios de abdominais, contraindo esta zona com as pernas flectidas cada vez que pedalar. Assim terá na bicicleta umas melhoras das actividades para os que sofrem dores de coluna. Mas há que ter em atenção a posição que se adopta por cima do selim se tiver dores. Uma má postura pode ajudar a intensificar as dores na zona lombar, prejudicando ainda mais a saúde. Deverá sentir-se bem em cima do selim, caso contrário poderá prejudicar a sua condição física.
Melhorando a coluna vertebral

Quando se adopta a postura óptima no selim, com o tronco ligeiramente inclinado para a frente, a musculatura da coluna está sobre baixa tensão e vê-se obrigada a estabilizar o tronco. Muitas dores de costas provêm da inactividade, que reduz a alimentação dos discos intervertebrais e estes, por sua vez, vão perdendo a capacidade de amortecer os impactos. Além disso, a falta de exercício faz com que a musculatura da coluna se vá atrofiando, diminuindo consideravelmente a função de “mola”.

Os movimentos regulares das pernas fortalecem a zona lombar, prevenindo o aparecimento de hérnias discais e mantendo a coluna protegida por vibrações e pancadas. O ciclismo estimula os pequenos músculos das vértebras dorsais (muito difíceis de movimentar noutro desporto), ao fazer constantemente que se comprimam e alonguem com o movimento do pedalar.
Evitar o desgaste das rótulas  
A diferença para as actividades físicas onde existe impacto no solo, como os saltos ou a corrida é que, por cima da bicicleta, as rótulas estão protegidas, pois 70 a 80% do peso do corpo exerce a força da gravidade sobre o selim. O impacto excessivo de alguns desportos diminui a acção líquido articular ou sinovial, substância muito viscosa que contribui para a lubrificação das articulações, facilitando os movimentos. A bicicleta será, para alguns casos, a melhor alternativa à corrida, com benefícios físicos muito similares e sem tanto desgaste articular.
 


Prevenir as infecções e o cancro
Cada vez que passeia de bicicleta, está a estimular o sistema imunológico. Os anticorpos do organismo mobilizam-se de forma imediata graças ao pedalar para destruir bactérias e células cancerígenas. Esta é a razão pela qual se recomenda andar de bicicleta a doentes cancerosos e seropositivos. 

Os esforços moderados reforçam o sistema imunitário, enquanto que os de intensidade máxima debilitam-no. Se está exposto a factores de risco (frio, pessoas infectadas, poucas horas de sono...), não execute trabalhos muito intensos, espere que as reservas de energia fiquem equilibradas para desenvolver este tipo de esforços.
O ciclismo com anti-depressivo
O cérebro fica mais oxigenado, permitindo-lhe pensar melhor. O seu corpo segrega endorfinas, as hormonas que dão uma sensação de bem estar, podendo tornar-se num vício saudável.

Está provado que aqueles que andam de bicicleta regularmente sofrem menos doenças do foro psicológico como depressões, por exemplo. Pedalar é um dos melhores anti-depressivos naturais que existem.

As endorfinas, também chamadas hormonas da felicidade, são geradas com a prática de exercício físico, de forma mais notável quando se passa mais de uma hora em cima da bicicleta. 


                                  Dr. António José Leitão Canotilho
Centro da Ordem dos Médicos com a Cédula Profissional nº 23799.Portugal

Drone footage shows severe drought hitting river in Brazil – video

  Drone footage from 17 September shows the Araguaia River drying up, as severe drought grips parts of Brazil. The country is preparing for ...